16 dez 2017

Projeto beneficia empresas que tenham dívidas com a Receita Federal

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O texto aprovado pela Câmara dos Deputados para o Projeto de Lei 9206/17 permite o uso, pelas empresas devedoras, do prejuízo fiscal e da base negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para quitar o saldo que restar após a entrada.
Isso valerá para os débitos perante a Receita Federal e para os iguais ou menores que R$ 15 milhões junto à PGFN.
Poderão ser usados créditos obtidos com prejuízo e base negativa apurados até 31 de dezembro de 2015 e declarados até 29 de julho de 2016, próprios ou de empresas coligadas, controladas ou controladoras.
O crédito será calculado com a aplicação de 25% sobre o prejuízo e de 20% sobre a CSLL negativa no caso de bancos e corretoras; de 17% sobre cooperativas de crédito; e de 9% para as demais pessoas jurídicas.
Em relação ao crédito cedido ou recebido para esse uso, o texto isenta do imposto de renda, da CSLL, do PIS/Pasep e da Cofins a receita obtida com a transação.
Exclusão
Quanto à hipótese de exclusão do contribuinte do parcelamento por falta de pagamento das contribuições vindouras e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o texto restringe esse caso a três meses consecutivos ou seis alternados no mesmo ano civil. A MP original previa exclusão por esse motivo em todo o período do parcelamento.
Dessa forma, se um devedor deixar de pagar cinco dessas obrigações alternadamente durante um ano, ele não deixará o parcelamento mesmo se no ano seguinte deixar de pagar outras cinco alternadamente e assim sucessivamente. A exclusão implica a exigibilidade imediata do débito confessado e ainda não pago.
Outras condições de exclusão são a falta de pagamento de três parcelas consecutivas ou seis alternadas das prestações do parcelamento e da entrada.
Entretanto, o texto aprovado permite ao produtor rural e à empresa optante do Programa de Regularização Tributária Rural (PRR) continuar no programa se deixar de pagar prestações em razão de quebra de safra provocada por condições climáticas que tenham motivado declaração de situação de emergência ou de estado de calamidade pública reconhecidos pelo Executivo federal.
Além de ter de pagar as contribuições futuras e o FGTS, a adesão ao parcelamento implica a confissão irretratável e irrevogável dos débitos e a desistência das ações administrativas e judiciais relacionadas.
Nessa desistência, haverá a dispensa do pagamento de honorários advocatícios devidos à União.
Estimativa de receita
Para o cumprimento das metas de resultado fiscal, a renúncia com os dispositivos da MP deverá constar do projeto de lei orçamentária com demonstrativo de que ela não afetará essas metas e de que está considerada na estimativa de receita.
Aprendizagem rural
O texto aprovado também especifica como será feito o recolhimento da contribuição de 0,2% da receita bruta para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
A responsabilidade pelo pagamento seguirá o mesmo mecanismo usado para a contribuição social da Previdência. Se a produção for vendida para empresa ou revendedor pessoa física, inclusive cooperativas, caberá a esses pagar a contribuição.
Se o produtor rural pessoa física vender ao exterior, a outro produtor pessoa física ou ao consumidor final no varejo, caberá a ele mesmo recolher o valor.
ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Contabilidade na TV
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08 dez 2017

Mudança da Nota Fiscal afetará empresas e contadores

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O ano de 2018 promete diversas novidades nas rotinas contábeis. Além da implementação do e-Social e a EFD-Reinf (Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais), os contadores deverão estar atentos ao validarem Notas Fiscais (NF) com Secretarias da Fazenda (SEFAZ). É que para confirmar o procedimento será necessário, a partir do ano que vem, preencher algumas informações no GTIN (Global Trade Item Number), que são os números que formam o código de barras de um item. Segundo Alexandre Andrade, Conselheiro do CRCRJ e Diretor do Painel Financeiro, essa é a identificação global para a comercialização de produtos. “O preenchimento destes campos é obrigatório desde 2011, porém o que muda agora é que será preciso depender deles para validar uma NF”, afirma Alexand

Com a mudança, fabricantes, distribuidores, varejistas e atacadistas serão afetados diretamente, já que documentos fiscais só podem ter a validação confirmada com os campos EAN (cEAN) e EAN Tributado (cEANTrib) preenchidos. “A SEFAZ rejeitará NF-e e NFC-e  não cadastradas ou que não contenham as informações conforme a exigência”, alerta Andrade. Com a alteração, que afeta desde grandes indústrias até pequenos empresários de áreas variadas, há uma data específica para o início da obrigatoriedade. “Assim, é preciso atenção e organização. Uma boa solução é ter organização e um sistema de gestão financeira que emita as notas fiscais. Dessa forma, é possível ter nas mãos todas as informações necessárias para a validação exigida pela SEFAZ”, explica o diretor.

Veja abaixo o cronograma com a ordem de empresas que serão afetadas pela exigência:

– Fabricação de brinquedos e jogos recreativos: 1º de janeiro de 2018;

– Processamento de fumo e fabricação de cigarros: 1º de fevereiro de 2018;

– Fabricação de produtos farmacoquímico e farmacêuticos: 1º de março de 2018;

– Fabricação de aparelhos elétricos e eletrônicos, diversos itens de informática e telecomunicações e equipamentos para fins diversos: 1º de abril de 2018;

– Fabricação de alimentos e bebidas diversos: 1º de maio de 2018;

– Floricultura, horticultura, pesca, extração, beneficiamento de pedras diversas: 1º de junho de 2018;

– Fabricação têxtil e vestuários: 1º de julho de 2018;

– Fabricação de itens em madeira, celulose, couro, químicos e outros: 1º de agosto de 2018;

– Fabricação de artefatos de borracha, plástico, vidro, metais, ferro, entre outros: 1º de setembro de 2018;

– Transporte, armazenamento de grãos, serviços de hospedagem, audiovisual, restaurantes, telefonia, internet, entre outros: 1º de outubro de 2018;

– Outras atividades financeiras: 1º de novembro de 2018;

– Atividades variadas não citadas anteriormente: 1º de dezembro de 2018.

Fonte: Fenacon

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02 mar 2017

Cinco razões para adotar a gestão eletrônica de seus documentos

08032017O acúmulo de documentos nas empresas, com pastas empoeiradas, e folhas que se desintegraram dos fichários ainda é uma realidade no universo corporativo. Por conta disso, tornam-se cada vez mais necessários os serviços que incorporam a gestão documental, transformando alugueis e m² de ambientes desorganizados em gigabytes, prontos para serem acessados virtualmente.

Mas ainda existem barreiras que as empresas enfrentam na hora de adotar esse tipo de organização, a principal delas é a falta de conhecimento sobre como ganhar produtividade, segurança e reduzir custos. Confira porque vale a pena investir nesta solução:

1. Ganhos de produtividade

Com informações digitalizadas as pessoas ficam mais focadas nas atividades produtivas, evitando o desperdício de tempo com a localização e organização dos documentos e informações. Além disso, os processos são desenhados de acordo com as necessidades de cada cliente, minimizando o impacto causado com as mudanças.

2. Processos otimizados

As áreas de RH, jurídica, fiscal, financeira e outros setores que trabalham com informações contidas nos documentos da empresa são imediatamente beneficiadas, porque seus documentos são considerados “vivos”, com alto volume de consultas ou atualizações, como por exemplo: prontuários Médicos, prontuários de RH, etc.

3. Redução de custos

As empresas de grande, médio e pequeno porte podem se beneficiar desse tipo de armazenamento de diversas formas. Dentre elas, podemos destacar a redução de custos com o número de pessoas envolvidas na gestão documental e com o espaço de armazenagem. Dedicar espaços físicos para a guarda de documentos aumenta os custos com aluguel e prejudica diretamente o Ebtida (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization) – importante indicador financeiro, que representa o quanto uma empresa gera de recursos por meio de suas atividades operacionais, sem contar impostos e outros efeitos financeiros.

4. Mitigação de riscos

Mitigar riscos, termo cada vez mais usado no mundo corporativo, significa ter cuidado em relação a algo que pode ser prejudicial. A gestão automatizada centraliza o processo documental, envolvendo maior controle e segurança, além de ser mais assertiva. Dessa forma, é possível evitar acessos indevidos, perda de informações valiosas e os danos em arquivos que podem resultar em possíveis penalizações por parte dos órgãos reguladores.

5. Informações mais seguras

A gestão eletrônica resguarda informações importantes, inclusive de serem extraviadas. A organização documental realizada manualmente pode comprometer os dados com o histórico da empresa. Muitas vezes essas informações são usadas para comprovar a idoneidade de um ato ou avaliar a performance de um período, ajudando na tomada de decisões.

*Inon Neves é vice-presidente da Access, empresa do segmento de gestão de documentos e informações, presente nos Estados Unidos, Brasil, Costa Rica, Panamá e Trinidade e Tobago.

Fonte: Administrador.com

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15 fev 2017

Apple gasta US$ 5 bi em nova sede na Califórnia, último projeto de Steve Jobs

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Cofundador da Apple, Steve Jobs (1955-2011) colocou as assinaturas de sua equipe dentro do primeiro Macintosh, o que revela sua profunda preocupação até mesmo com características ocultas em seus produtos.

A nova sede da Apple em Cupertino, na Califórnia, seu último trabalho, será um tributo: um campus futurista construído com atenção surpreendente aos detalhes. Da fiação elétrica às tubulações, nenhum aspecto do edifício é demasiado pequeno para passar despercebido.

Construir um prédio tão impecável quanto um dispositivo móvel, no entanto, não é tarefa fácil, de acordo com o relato de quase uma dúzia de funcionários e ex-empregador do projeto, a maioria na condição de anonimato por ter assinado acordos que não permitem compartilhar informações.

Desde que a Apple anunciou seus planos em 2011, a data de mudança para a nova sede teve que ser adiada. Inicialmente, Jobs esperava que o novo edifício ficasse pronto em 2015, mas o mais provável é que isso ocorra só no segundo trimestre deste ano, segundo envolvidos no projeto.

A demora no processo de aprovação por autoridades municipais contribuiu para o atraso.

A Apple não revelou o total investido na nova sede, mas um ex-gerente do projeto estima que a empresa tenha desembolsado cerca de US$ 5 bilhões — um número que o atual presidente executivo, Tim Cook, não contestou em entrevista concedida em 2015. Mais de US$ 1 bilhão teriam sido alocados só para o interior do edifício, de acordo com outro ex-gerente da construção.

Por todo o tempo e dinheiro consumidos pelo projeto, há quem questione na comunidade de arquitetura se a Apple se concentrou nos quesitos apropriados.

O campus é uma exceção à tendência de escritórios radicalmente abertos, visando à colaboração, disse Louise Mozingo, professora e diretora do Departamento de Paisagismo e Planejamento Ambiental da U.C. Berkeley.

“Não se trata de maximizar a produtividade do espaço de trabalho, trata-se de criar um centro simbólico para essa companhia global”, afirmou. “Eles estão criando um ícone”, acrescentou.

Uma porta-voz da Apple se recusou a comentar o assunto.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia

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07 fev 2017

Confira seis novas profissões para a área de tecnologia

07022017A cada geração novas profissões são desenvolvidas e descobertas, e no século XXI é a vez da tecnologia ser uma das grandes responsáveis pela movimentação do mercado de trabalho, não só brasileiro, mas também mundial.

Segundo a Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 27,7% das pessoas que estão fora do mercado de trabalho são jovens – entre 14 e 24 anos – e a expectativa é que  esses jovens sejam os protagonistas das novas profissões que vêm sendo descobertas. Com base nisso, a rede de escolas de informática Microcamp elaborou seis novas profissões para a área de tecnologia que podem render ótimos trabalhos:

Desenvolvedor de aplicativos

Não entende muito de informática? Bom, isso não é um problema para a área, diz Helder Hidalgo, coordenador de cursos da Microcamp. De acordo com o especialista, esse é um dos mercados mais atraentes para os empreendedores iniciantes, uma vez que oferta diversas oportunidades interessantes. Entre as possibilidades para a criação estão: Apple, Android, além das empresas privadas e o próprio setor público.

Youtuber

Fazer um vídeo e postar no Youtube já não é mais apenas um hobby para muitos, a atividade virou negócio. Segundo Hidalgo, esse é um mercado que exige muito do empreendedor, pois além do esforço é necessário dedicação e conhecimentos em ferramentas, principalmente audiovisuais. Se tiver afinidade com a escrita, essa opção também é uma boa, visto que a atividade não inclui apenas gravar, a criação de roteiros e scripts também fazem parte do trabalho.

Especialista em Internet das Coisas

O nome é confuso, mas calma. Trata-se apenas de um conceito que conecta qualquer objeto à internet. Entre os exemplos que podem ser citados estão: eletrodomésticos, meios de transportes e até mesmo roupas e tênis. Achou futurístico? Segundo a empresa ABI Research, até 2020 aproximadamente 30 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet das Coisas (IoT).

Como o tempo é curto – três anos – existe a necessidade que qualificar pessoas para trabalhar nesta área, principalmente dentro das pequenas e médias empresas (PMEs), que estão em busca da diminuição de seus custos.

Técnico em Manutenção em Drones

Eles são usados em combates, filmagens e simplesmente para diversão. E têm cada vez mais variações positivas em suas vendas.  De acordo com a ABI Research, a projeção é que o mercado de drones cresça 32% por ano na próxima década.

Isso significa para Helder Hidalgo que o segmento demandará especialistas para atender o público em potencial. Outra estimativa é que o faturamento de vendas de equipamentos, treinamentos de pilotos e prestação de serviços gere uma receita de até R$ 200 milhões para 2017.

Desenvolvedor de Dispositivos Vestíveis

Isso mesmo. Óculos de realidade virtual, relógios inteligentes (smartwatches) e pulseiras inteligentes são apenas alguns dos itens que têm colaborado com as mais de 80 milhões de vendas de dispositivos vestíveis até hoje.

Esses objetos permitem maior interação do usuário com o seu smatphone, além de também proporcionar maior facilidade e dinâmica para o usuário, que ao invés de puxar o celular do bolso, pode simplesmente checar alguma informação no pulso.

Desenvolvedor de Robô Social

Você se lembra do filme: O Homem Bicentenário? Pois é, esse é o objetivo do desenvolvedor desta área: criar máquinas caseiras que conversam, imitam animais de estimação, dançam etc. De forma que crie interação com o ser humano no ambiente doméstico.

De acordo com Hidalgo, esse também é um mercado de trabalho e vendas em expansão, uma vez que já é estimado que cada casa tenha o seu próprio robô familiar em um futuro próximo.

Fonte: http://tecnologia.ig.com.br/2017-02-06/mercado-de-trabalho.html

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03 fev 2017

Redes sociais são agora ferramentas no combate à sonegação

03022017O Brasil figura entre os países com maior índice de sonegação de impostos do mundo. Um estudo realizado em 2011 com dados do Banco Mundial mostrou que o país “levou a medalha de prata” nesse quesito, perdendo apenas para Rússia. As causas são diversas e vão desde a complexidade do nosso sistema tributário — que, por vezes, chega a afetar até mesmo os bem intencionados — até o fato de aparecermos em último lugar em um ranking que avalia o retorno social dos impostos cobrados, por exemplo.

Diante desse cenário, uma nova arma vem sendo utilizada pela Receita Federal para tentar diminuir esse número: as redes sociais. Auditores da Receita têm monitorado páginas de contribuintes denunciados ou que se encontram na malha fina a fim de verificar se as declarações ao leão batem com o que é mostrado na internet. Você já sabia disso? Confira nosso post e veja como é utilizada essa nova ferramenta!

Metodologia

Não há nenhuma orientação oficial por parte da Receita para a utilização das redes sociais, mas, no caso do contribuinte cair na malha fina ou de receber alguma denúncia, os servidores do fisco estão autorizados a recorrer às redes sociais como o Facebook ou Instagram, por exemplo, até mesmo pelo fato de se tratarem de páginas abertas ao público.

A receita conta com uma equipe especial de analistas responsáveis por planejar as ações fiscais, fazendo uso não apenas das redes sociais, mas também ficando sempre atentos aos noticiários. “Toda notícia que surgir pode ser aproveitada. O auditor aprofunda-se nessa informação, busca a confirmação em outras fontes, enfim, corre atrás da comprovação”, afirmou o Superintendente Substituto Regional da Receita Federal, Angelo Rigoni.

O objetivo central da utilização dessa ferramenta é encontrar imagens que possam indicar que o contribuinte está escondendo alguma informação. Fotos em carros de luxo, spas, iates ou viagens no exterior, por exemplo, são fortes pistas procuradas pelos servidores do fisco.

Malha fina

As declarações de imposto de renda são submetidas ao sistema de informática da Receita, que passa a verificar a existência de alguma incompatibilidade cruzando os dados fornecidos com outros dados de empresas, INSS, bancos, cartões de crédito, convênios médicos e etc. Quando alguma irregularidade é encontrada ou alguma informação é omitida, como a não inclusão dos rendimentos de dependentes, por exemplo, a declaração do contribuinte cai na malha fina de forma automática.

Após identificar as falhas anteriormente declaradas, o contribuinte deve fazer uma solicitação de retificação ao Fisco para deixar a malha fina. Uma vez que a situação foi resolvida e o contribuinte tenha direito à restituição, ele será incluído nos lotes do Imposto de Renda normalmente.

Para averiguar o andamento da declaração ou conferir se a mesma se encontra na malha fina, o contribuinte deve acessar o Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC) e informar seu CPF, código de acesso e senha — e para gerar o código de acesso, se ainda não tiver um, basta seguir as orientações no site da Receita.

Sejam seus clientes pessoas físicas ou jurídicas, vale a pena avisá-los sobre essa nova técnica de monitoramento da Receita Federal sobre os contribuintes, para evitar uma dor de cabeça no futuro.

http://blog.sage.com.br/redes-sociais-ferramentas-combate-sonegacao/

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31 jan 2017

Microsoft atinge maior valor de mercado desde 2000: US$ 500 bilhões

31012017A Microsoft ultrapassou nesta sexta-feira, 27, o valor de mercado de US$ 500 bilhões, cerca de R$ 1,5 trilhão. Essa é a primeira vez nos últimos 16 anos que a empresa chega ao montante, que foi alcançado pela última vez em 2000, durante o auge da bolha da internet. Na época, a dona do Windows chegou a valer mais de US$ 550 bilhões.

O aumento da sexta-feira é puxado pelos bons resultados divulgados pela companhia durante o evento de resultados trimestrais, realizado recentemente, e alavancado, principalmente, pelos negócios de computação em nuvem. Diante da boa notícia, que surpreendeu analistas, as ações da Microsoft cresceram mais de 2%.

A empresa tem superado as estimativas do mercado em sete dos últimos oito trimestres. Apesar disso, a Microsoft permanece atrás da Alphabet, que tem valor de mercado de US$ 540 bilhões, e da Apple, que vale US$ 642 bilhões.

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04 jan 2017

9 aplicativos para ajudar em sua produtividade no trabalho

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O smartphone já se tornou parceiro inseparável de muita gente em diversas áreas de atuação. Graças à infinidade de apps que existem no iPhone, Android e Windows Phone, esses aparelhos se transformam em uma série de utilitários que se adaptam a múltiplas situações.

Quem quer trabalhar com mais produtividade pode aproveitar alguns aplicativos móveis imperdíveis que facilitam em muito o dia a dia, deixando o profissional com mais tempo para se dedicar ao que mais importa. Veja a seguir 9 aplicativos para aumentar sua produtividade no trabalho!

1. Evernote

Qualquer pessoa que queira ser mais produtiva precisa abraçar o costume de fazer anotações, pois elas são as principais aliadas de quem quer trabalhar de maneira mais inteligente. O Evernote transforma suas anotações em itens multimídia, permitindo que você salve não só textos como também imagens, links, notas de áudio e até crie lembretes e listas.

2. Pocket

Trabalhar de maneira produtiva significa não se deixar levar por distrações. Se você tem o costume de emendar uma leitura na outra enquanto está acessando a internet, o Pocket pode te ajudar a conter essa perda de tempo. Em vez de abrir um link na hora, salve-o no Pocket. Ele ficará disponível para leitura depois, quando você estiver com tempo.

3. Trello

Para organizar as suas demandas e materiais de maneira intuitiva, você pode empregar as funcionalidades do Trello. Ele reúne murais com listas e cards que dão forma a um processo de organização muito mais simples para o seu trabalho. Que tal montar um mural com as suas pendências e marcar as etapas completadas?

4. Wunderlist

Todo tipo de profissional precisa ter pleno controle sobre as suas tarefas do dia. Usando o Wunderlist, é possível criar listas de compromissos e pendências que ficam visíveis até que sejam completadas. Contando com um visual sofisticado e muitas funções, o Wunderlist pode transformar a produtividade de qualquer profissional.

5. Mailbox

O Mailbox surgiu para tornar a relação das pessoas com o e-mail mais amigável. Afinal, perdemos muito tempo diariamente com essas mensagens. Usando gestos especiais, o aplicativo permite arquivar, responder ou guardar e-mails para depois. Usando o Mailbox, o usuário vai passar bem menos tempo em sua caixa de entrada.

6. Dropbox

Hoje em dia, não faz mais sentido perder arquivos para quedas de energia ou problemas parecidos. Graças à nuvem, podemos manter nossos documentos guardados e facilmente acessíveis de qualquer lugar. Quem usa o Dropbox consegue atuar com bastante produtividade no trabalho por conseguir acessar os seus arquivos de onde estiver.

7. Timeful

A marcação de reuniões e outros eventos é muito importante para que o dia fique organizado, mas esse processo costuma levar tempo. Quando isso acumula, a eficiência fica comprometida. O Timeful é um aplicativo que analisa a sua rotina e eventos e cria, sozinho, o seu cronograma do dia.

8. Sunrise

Existem diversos aplicativos para organizar os seus compromissos em calendário, mas nenhum é tão completo quanto o Sunrise. O seu principal atrativo é a possibilidade de reunir mais de um calendário dentro de si, sendo possível usar suas agendas pessoal e profissional, além de redes sociais como o Facebook.

9. IFTTT

A internet evoluiu ao ponto de contar com uma série de plataformas e ferramentas diferentes. O IFTTT conecta serviços que até então não tinham ligação, como Facebook, Twitter e outros para proporcionar mais produtividade no trabalho. Visite a galeria de “receitas” prontas e descubra todo o potencial do IFTTT que se encaixa no seu dia a dia.

Ao usar esses aplicativos, você contará com mais produtividade no seu dia a dia de trabalho e conseguirá ter mais tempo para se dedicar a tarefas que realmente precisam da sua atenção. Qual deles você já conhece e usa? Conte para a gente nos comentários!

Fonte: www.sage.com.br

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03 jan 2017

Emissor Gratuito da NFe será mantido em 2017

03022017

Uma boa notícia para empreendedores nessa virada de ano: o emissor gratuito de Nota Fiscal Eletrônica da Sefaz não terá mais seu fim em 2017.

E, apesar de não ter havido uma notícia oficial sobre o Emissor Gratuito de CTe, verificamos que no portal do Sefaz Maranhão já há informações para download também do software para emitir conhecimentos de transporte.

Fim do Emissor Gratuito de NFe

Durante o ano de 2016 tivemos a notícia de que a Sefaz-SP, responsável pelo desenvolvimento e atualização do Emissor Gratuito de NFe e CTe, interromperia a manutenção do programa, representando o fim de uma opção oficial gratuita para emitir estes documentos.

Quer entender mais sobre NF-es? Conheça o fantástico Guia Básico de NFes: tudo que você queria saber mas tinha medo de perguntar! É grátis!

O Fisco Paulista disse ter verificado que grande parte dos contribuintes havia deixado de utilizar o emissor gratuito e optado por soluções próprias ou personalizadas. Com isso, o órgão entendeu que não teria mais por que seguir atualizando o software e muita polêmica foi gerada em torno da decisão.

Retorno do Emissor Gratuito

Felizmente, a Sefaz Maranhão declarou que assumirá o software e segue o desenvolvimento e atualização do Emissor de NFe a partir de 01/01/2017.

O software continuará podendo ser usado para emitir Notas Fiscais em todos os estados do país, como já permitia a versão paulista.

O órgão maranhense, através de seu Corpo Técnico de Tecnologia da Informação (COTEC), passará a cuidar do programa e atualizá-lo a cada nova Nota Técnica da NF-e emitida pelo ENCAT, grupo responsável por decisões do documento fiscal.

A Sefaz-MA já disponibilizou uma versão de testes do Emissor Gratuito de NFe para ser baixada em seu site, bem como materiais explicando sobre sua instalação e uso que devem ser seguidas para permitir a execução do programa.

Também já havíamos produzido um passo-a-passo de como emitir NFes usando o software gratuito aqui no blog.

Como você recebe esta novidade? Utilizava o emissor gratuito e já tinha ido para uma alternativa privada?

Notícia produzida utilizando informações oficiais disponibilizadas pela Secretaria da Fazenda do Estado do Maranhão.

Fonte: Contadores

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02 jan 2017

O tiro pode sair pela culatra: a mudança de prazo no repasse do cartão

02012017Nesta semana uma grande polêmica envolvendo um conjunto de novas diretrizes de atuação do Banco Central, e que engloba medidas para reduzir o custo do crédito, tomou conta do noticiário e das redes sociais. O Nubank, fintech do setor de cartões, disse que fecharia as portas caso a autoridade monetária decidisse reduzir drasticamente o prazo de pagamento aos lojistas das vendas feitas com cartão de crédito. A declaração da empresa viralizou e gerou comoção na internet.

Nesse debate, há um aspecto importante que não vem sendo considerado: se mal aplicada, a medida do governo não atinge seu principal objetivo e ainda pode prejudicar as emissoras não financeiras, dentre elas algumas fintechs. O tiro pode sair pela culatra.

Atualmente, quando um consumidor realiza uma compra com  o cartão de crédito, o estabelecimento leva 30 dias para receber da operadora do cartão. O lojista pode optar por antecipar esse recebimento, mas para isso ele tem de arcar com o juros de antecipação (além das outras taxas inerentes à venda com cartão de crédito). Na lógica do governo o encurtamento do prazo de pagamento aos lojistas favorece a economia. Isso porque ao invés desses recursos permanecerem retidos nas mãos das operadoras, eles ficariam disponíveis para os lojistas trabalharem com  reposição de estoques, pagamentos de fornecedores, de funcionários etc. É dinheiro que movimentaria a atividade produtiva e o consumo. A medida sinalizada pelo Banco Central alinha a posição do Brasil com o que se pratica no resto do mundo. O prazo de 30 dias é uma particularidade que só acontece aqui. Em outros países, esse repasse em geral é feito em dois dias.

Até aqui, o impacto da medida seria justo e positivo. Mas para as emissoras de cartão, o efeito dessa mudança seria bastante significativo, o que poderia  provocar uma reação imediata com o aumento das taxas cobradas. E é aqui que mora o perigo. Na situação atual as operadoras “ganham”, em média, 15 dias de juros com os recebíveis. Em um cenário onde o pagamento ao lojista acontece 2 dias depois da venda, elas passarão a precisar de caixa extra para pagar aos lojistas, já que o pagamento da fatura por parte do cliente acontece em média 15 dias depois da realização da compra. Esse é o ponto que está tirando o sono do Nubank e de outras emissoras não financeiras: ao contrário dos grandes bancos emissores de cartões – que têm caixa – essas empresas precisariam ir a mercado para se financiar e poder pagar o lojista.

Seria preciso garantir ainda que, após a medida, as emissoras de cartão não reajustem as suas tarifas de intercâmbio (taxa que cobram do lojista pelo uso do cartão) de modo a incorporar a elas as receitas que antes vinham da antecipação. Se isso acontecer, o efeito da medida será praticamente nulo para os lojistas, já que hoje a maioria deles já faz antecipação de seus recebíveis.

A proposta do Banco Central deveria  considerar todas essas nuances para que, ao final, lojistas, consumidores e startups do setor não sejam prejudicados. A medida poderá ser boa para a economia, mas ainda precisa de ajustes para não acabar onerando quem não deveria.

Fonte: http://www.startse.com.br

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