16 dez 2017

Projeto beneficia empresas que tenham dívidas com a Receita Federal

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O texto aprovado pela Câmara dos Deputados para o Projeto de Lei 9206/17 permite o uso, pelas empresas devedoras, do prejuízo fiscal e da base negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para quitar o saldo que restar após a entrada.
Isso valerá para os débitos perante a Receita Federal e para os iguais ou menores que R$ 15 milhões junto à PGFN.
Poderão ser usados créditos obtidos com prejuízo e base negativa apurados até 31 de dezembro de 2015 e declarados até 29 de julho de 2016, próprios ou de empresas coligadas, controladas ou controladoras.
O crédito será calculado com a aplicação de 25% sobre o prejuízo e de 20% sobre a CSLL negativa no caso de bancos e corretoras; de 17% sobre cooperativas de crédito; e de 9% para as demais pessoas jurídicas.
Em relação ao crédito cedido ou recebido para esse uso, o texto isenta do imposto de renda, da CSLL, do PIS/Pasep e da Cofins a receita obtida com a transação.
Exclusão
Quanto à hipótese de exclusão do contribuinte do parcelamento por falta de pagamento das contribuições vindouras e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o texto restringe esse caso a três meses consecutivos ou seis alternados no mesmo ano civil. A MP original previa exclusão por esse motivo em todo o período do parcelamento.
Dessa forma, se um devedor deixar de pagar cinco dessas obrigações alternadamente durante um ano, ele não deixará o parcelamento mesmo se no ano seguinte deixar de pagar outras cinco alternadamente e assim sucessivamente. A exclusão implica a exigibilidade imediata do débito confessado e ainda não pago.
Outras condições de exclusão são a falta de pagamento de três parcelas consecutivas ou seis alternadas das prestações do parcelamento e da entrada.
Entretanto, o texto aprovado permite ao produtor rural e à empresa optante do Programa de Regularização Tributária Rural (PRR) continuar no programa se deixar de pagar prestações em razão de quebra de safra provocada por condições climáticas que tenham motivado declaração de situação de emergência ou de estado de calamidade pública reconhecidos pelo Executivo federal.
Além de ter de pagar as contribuições futuras e o FGTS, a adesão ao parcelamento implica a confissão irretratável e irrevogável dos débitos e a desistência das ações administrativas e judiciais relacionadas.
Nessa desistência, haverá a dispensa do pagamento de honorários advocatícios devidos à União.
Estimativa de receita
Para o cumprimento das metas de resultado fiscal, a renúncia com os dispositivos da MP deverá constar do projeto de lei orçamentária com demonstrativo de que ela não afetará essas metas e de que está considerada na estimativa de receita.
Aprendizagem rural
O texto aprovado também especifica como será feito o recolhimento da contribuição de 0,2% da receita bruta para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
A responsabilidade pelo pagamento seguirá o mesmo mecanismo usado para a contribuição social da Previdência. Se a produção for vendida para empresa ou revendedor pessoa física, inclusive cooperativas, caberá a esses pagar a contribuição.
Se o produtor rural pessoa física vender ao exterior, a outro produtor pessoa física ou ao consumidor final no varejo, caberá a ele mesmo recolher o valor.
ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Contabilidade na TV
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07 fev 2017

Confira seis novas profissões para a área de tecnologia

07022017A cada geração novas profissões são desenvolvidas e descobertas, e no século XXI é a vez da tecnologia ser uma das grandes responsáveis pela movimentação do mercado de trabalho, não só brasileiro, mas também mundial.

Segundo a Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 27,7% das pessoas que estão fora do mercado de trabalho são jovens – entre 14 e 24 anos – e a expectativa é que  esses jovens sejam os protagonistas das novas profissões que vêm sendo descobertas. Com base nisso, a rede de escolas de informática Microcamp elaborou seis novas profissões para a área de tecnologia que podem render ótimos trabalhos:

Desenvolvedor de aplicativos

Não entende muito de informática? Bom, isso não é um problema para a área, diz Helder Hidalgo, coordenador de cursos da Microcamp. De acordo com o especialista, esse é um dos mercados mais atraentes para os empreendedores iniciantes, uma vez que oferta diversas oportunidades interessantes. Entre as possibilidades para a criação estão: Apple, Android, além das empresas privadas e o próprio setor público.

Youtuber

Fazer um vídeo e postar no Youtube já não é mais apenas um hobby para muitos, a atividade virou negócio. Segundo Hidalgo, esse é um mercado que exige muito do empreendedor, pois além do esforço é necessário dedicação e conhecimentos em ferramentas, principalmente audiovisuais. Se tiver afinidade com a escrita, essa opção também é uma boa, visto que a atividade não inclui apenas gravar, a criação de roteiros e scripts também fazem parte do trabalho.

Especialista em Internet das Coisas

O nome é confuso, mas calma. Trata-se apenas de um conceito que conecta qualquer objeto à internet. Entre os exemplos que podem ser citados estão: eletrodomésticos, meios de transportes e até mesmo roupas e tênis. Achou futurístico? Segundo a empresa ABI Research, até 2020 aproximadamente 30 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet das Coisas (IoT).

Como o tempo é curto – três anos – existe a necessidade que qualificar pessoas para trabalhar nesta área, principalmente dentro das pequenas e médias empresas (PMEs), que estão em busca da diminuição de seus custos.

Técnico em Manutenção em Drones

Eles são usados em combates, filmagens e simplesmente para diversão. E têm cada vez mais variações positivas em suas vendas.  De acordo com a ABI Research, a projeção é que o mercado de drones cresça 32% por ano na próxima década.

Isso significa para Helder Hidalgo que o segmento demandará especialistas para atender o público em potencial. Outra estimativa é que o faturamento de vendas de equipamentos, treinamentos de pilotos e prestação de serviços gere uma receita de até R$ 200 milhões para 2017.

Desenvolvedor de Dispositivos Vestíveis

Isso mesmo. Óculos de realidade virtual, relógios inteligentes (smartwatches) e pulseiras inteligentes são apenas alguns dos itens que têm colaborado com as mais de 80 milhões de vendas de dispositivos vestíveis até hoje.

Esses objetos permitem maior interação do usuário com o seu smatphone, além de também proporcionar maior facilidade e dinâmica para o usuário, que ao invés de puxar o celular do bolso, pode simplesmente checar alguma informação no pulso.

Desenvolvedor de Robô Social

Você se lembra do filme: O Homem Bicentenário? Pois é, esse é o objetivo do desenvolvedor desta área: criar máquinas caseiras que conversam, imitam animais de estimação, dançam etc. De forma que crie interação com o ser humano no ambiente doméstico.

De acordo com Hidalgo, esse também é um mercado de trabalho e vendas em expansão, uma vez que já é estimado que cada casa tenha o seu próprio robô familiar em um futuro próximo.

Fonte: http://tecnologia.ig.com.br/2017-02-06/mercado-de-trabalho.html

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04 jan 2017

9 aplicativos para ajudar em sua produtividade no trabalho

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O smartphone já se tornou parceiro inseparável de muita gente em diversas áreas de atuação. Graças à infinidade de apps que existem no iPhone, Android e Windows Phone, esses aparelhos se transformam em uma série de utilitários que se adaptam a múltiplas situações.

Quem quer trabalhar com mais produtividade pode aproveitar alguns aplicativos móveis imperdíveis que facilitam em muito o dia a dia, deixando o profissional com mais tempo para se dedicar ao que mais importa. Veja a seguir 9 aplicativos para aumentar sua produtividade no trabalho!

1. Evernote

Qualquer pessoa que queira ser mais produtiva precisa abraçar o costume de fazer anotações, pois elas são as principais aliadas de quem quer trabalhar de maneira mais inteligente. O Evernote transforma suas anotações em itens multimídia, permitindo que você salve não só textos como também imagens, links, notas de áudio e até crie lembretes e listas.

2. Pocket

Trabalhar de maneira produtiva significa não se deixar levar por distrações. Se você tem o costume de emendar uma leitura na outra enquanto está acessando a internet, o Pocket pode te ajudar a conter essa perda de tempo. Em vez de abrir um link na hora, salve-o no Pocket. Ele ficará disponível para leitura depois, quando você estiver com tempo.

3. Trello

Para organizar as suas demandas e materiais de maneira intuitiva, você pode empregar as funcionalidades do Trello. Ele reúne murais com listas e cards que dão forma a um processo de organização muito mais simples para o seu trabalho. Que tal montar um mural com as suas pendências e marcar as etapas completadas?

4. Wunderlist

Todo tipo de profissional precisa ter pleno controle sobre as suas tarefas do dia. Usando o Wunderlist, é possível criar listas de compromissos e pendências que ficam visíveis até que sejam completadas. Contando com um visual sofisticado e muitas funções, o Wunderlist pode transformar a produtividade de qualquer profissional.

5. Mailbox

O Mailbox surgiu para tornar a relação das pessoas com o e-mail mais amigável. Afinal, perdemos muito tempo diariamente com essas mensagens. Usando gestos especiais, o aplicativo permite arquivar, responder ou guardar e-mails para depois. Usando o Mailbox, o usuário vai passar bem menos tempo em sua caixa de entrada.

6. Dropbox

Hoje em dia, não faz mais sentido perder arquivos para quedas de energia ou problemas parecidos. Graças à nuvem, podemos manter nossos documentos guardados e facilmente acessíveis de qualquer lugar. Quem usa o Dropbox consegue atuar com bastante produtividade no trabalho por conseguir acessar os seus arquivos de onde estiver.

7. Timeful

A marcação de reuniões e outros eventos é muito importante para que o dia fique organizado, mas esse processo costuma levar tempo. Quando isso acumula, a eficiência fica comprometida. O Timeful é um aplicativo que analisa a sua rotina e eventos e cria, sozinho, o seu cronograma do dia.

8. Sunrise

Existem diversos aplicativos para organizar os seus compromissos em calendário, mas nenhum é tão completo quanto o Sunrise. O seu principal atrativo é a possibilidade de reunir mais de um calendário dentro de si, sendo possível usar suas agendas pessoal e profissional, além de redes sociais como o Facebook.

9. IFTTT

A internet evoluiu ao ponto de contar com uma série de plataformas e ferramentas diferentes. O IFTTT conecta serviços que até então não tinham ligação, como Facebook, Twitter e outros para proporcionar mais produtividade no trabalho. Visite a galeria de “receitas” prontas e descubra todo o potencial do IFTTT que se encaixa no seu dia a dia.

Ao usar esses aplicativos, você contará com mais produtividade no seu dia a dia de trabalho e conseguirá ter mais tempo para se dedicar a tarefas que realmente precisam da sua atenção. Qual deles você já conhece e usa? Conte para a gente nos comentários!

Fonte: www.sage.com.br

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29 dez 2016

Sua empresa está preparada para 2017?

29122016Depois de um ano difícil para a maioria das empresas, como todas elas podem ter um 2017 melhor e com mais sucesso? Fazer, ainda esse ano, uma reflexão sobre o quanto os sócios, ou executivos mais estratégicos, estão alinhados entre eles e ao planejamento do negócio e avaliar quanto o plano está adequado ao cenário atual, é fundamental, diz a Master Coach da Effecta Coaching, Janaina Manfredini. O alinhamento estratégico é fundamental para garantir o sucesso de um negócio.

Como o próprio nome sugere, é um processo em duas vertentes. A primeira delas em cinco passos. “Olhar para validar ou definir aonde a empresa quer chegar. Parece óbvio. Mas não é. É preciso “clarificar” isso e compartilhar para que todos sonhem juntos esse sonho. Depois é necessário reavaliar o propósito de tudo.

Qual a razão que faz com que tudo valha a pena? A partir daí é fortalecer os princípios que não se abre mão e traçar objetivos estratégicos macros com algumas evidências de sucessos – que é como saberemos quando alcançamos cada um deles. Depois é traçar o passo a passo necessário para chegar até cada uma delas”, orienta Janaina.

Em paralelo a construção dos cinco passos, é importante que cada um passe por um processo de potencialização individual, para que esteja em sua melhor performance para contribuir com o todo. Esta é a segunda vertente e a metodologia do coaching proporciona a aceleração de resultados, promovendo um alto nível de comprometimento e melhorando significativamente a interação do time principal e, consequentemente, dos times liderados. “É claro que o que queremos é que a organização esteja inteira na mesma direção e, com esses passos bem definidos, isso é uma consequência natural, que vai demandar liderança, entusiasmo e desenvolvimento de equipes”, esclarece Janaina. Veja três dicas para cada um contribuir com o alinhamento:

– Não espere. Sempre saia na frente. A grande maioria das empresas decide pelo alinhamento estratégico quando sente que o negócio “saiu das mãos” e está “fora do controle”. Um equívoco. “O indicado é que ele esteja pronto antes de um negócio existir. Afinal, as mudanças podem ser encaradas como abandono do conforto. Mas nunca é tarde para alinhar uma organização para que funcione melhor e com melhores resultados”, ressalta Janaina.

– Todos podem se beneficiar. Você também. A maioria das empresas passa por incertezas, instabilidades, queda de faturamento, de produtividade e riscos. Ou seja, negócios dos mais diferentes níveis, setores e abrangências.

– Procure profissionais capacitados para ajudar a fazer o alinhamento estratégico. Um profissional que os provoquem a encontrar os melhores caminhos, cuidado com os modelos de caminhos prontos, pré-formatados, que não levam em consideração as particularidades da sua realidade, da cultura da empresa, a cultura do empreendedor. Parecem mais fáceis, porém são menos profundos e longevos. Não terceirize essas diretrizes.

Fonte: http://contadores.cnt.br

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28 nov 2016

7 dicas imperdíveis para organizar o estoque da sua empresa

Organizar o estoque é uma importante tarefa de qualquer empresa. Não fazer isso é um erro de gestão que pode custar caro, já que os gastos com a armazenagem de produtos não são revertidos em lucro. Ou seja, ficar com estoque parado é perder dinheiro.

Logo, gerenciar bem esse setor significa garantir vendas e não ter gastos desnecessários. Porém, não se pode fazer esse gerenciamento sem considerar questões como sazonalidade, demanda, custos, valor agregado, entre outros.

Não adianta comprar mais do que é necessário para ter produtos em estoque ou economizar comprando menos: no primeiro caso, a mercadoria pode encalhar; no segundo, o 28112016produto pode faltar e clientes reclamarão.

Mas não é impossível fazer um bom controle. Se você quer saber como, leia agora as 7 dicas imperdíveis para organizar o estoque da sua empresa que separamos para você!

1. Mantenha a disciplina e organização

Nunca é demais reforçar: um gestor precisa de disciplina para alcançar o sucesso. Ela é ainda mais importante no gerenciamento de estoque, já que essa área da empresa é essencial.

Sem organização, informações serão perdidas e, quando você menos esperar, o estoque terá saído do controle e produtos começarão a faltar ou encalhar. Esses são sinais claros de que as coisas não estão bem.

Por isso, estabeleça processos para organizar itens como:

  • Compra de produtos;
  • Chegada de mercadorias;
  • Organização dos produtos no espaço, segundo critérios como preço, saída, características, etc;
  • Vendas; e
  • Controle de todas as etapas relacionadas ao estoque.

Além disso, capacite funcionários para trabalhar com a armazenagem dos produtos, de forma que tudo esteja devidamente registrado e seja acompanhado de perto. Com disciplina e organização, o estoque estará na palma de sua mão sempre.

2. Esteja à frente da demanda

A demanda é quem vai ditar o giro dos produtos, são as variações dela que indicarão se você deve comprar mais ou menos. Ao acompanhá-la, a empresa consegue ficar um passo à frente, agindo com eficiência e se antecipando a qualquer problema.

Por isso, sempre faça uma previsão de qual será a demanda. Considere épocas do ano nas quais produtos são mais ou menos procurados e outros fatores que influenciam as compras. Com isso, você conseguirá manter o estoque em quantidade suficiente, sem a perda ou falta de nenhum produto.

3. Tenha um modelo de reposição

A reposição do estoque pode funcionar com 2 modelos:

Reposição contínua

Nesse tipo, você compra produtos com mais frequência, mas mantém estocada uma quantidade de mercadorias menor. Assim, os custos de armazenagem são reduzidos e evitam-se perdas, a compra de produtos errados ou o encalhe. Entretanto, pode acontecer de se gastar mais com compras e o potencial de barganha com fornecedores fica menor.

Reposição periódica

A reposição periódica consolida pedidos, que são recebidos em uma determinada data. Você consegue negociar mais com o fornecedor, mas corre o risco de ver produtos faltarem antes do tempo se as vendas dispararem, por exemplo.

Avalie as características da demanda para cada produto e estabeleça qual é o melhor modelo de reposição. Ele precisa garantir que você terá mercadoria para vender, sem perder dinheiro.

4. Tenha fornecedores parceiros

Os fornecedores devem ser importantes parceiros de qualquer negócio. O trabalho deles pode influenciar diretamente os resultados, para o bem e para o mal. Se não houver uma boa relação com eles, é muito difícil que empresa e fornecedor sigam trabalhando bem juntos por muito tempo.

Se houver uma verdadeira parceria com fornecedores, você poderá negociar condições de pagamento, prazos de entrega e propor mudanças que beneficiem todos. Além disso, a administração do estoque passa pelo trabalho de entrega de um fornecedor: se ele a fizer no prazo e sem prejudicar a qualidade do produto, você terá mais controle sobre as mercadorias.

Nunca se sabe também quando algum favor, como a antecipação de uma entrega, será necessário. Se o relacionamento com fornecedores for bom, aumentam as chances deles ajudarem sempre que você precisar.

5. Não se apegue a produtos

Quando perceber que há excesso de produtos, faça com que eles sejam vendidos o mais rápido possível. Não se apegue a eles. Ficar com o estoque parado é perder dinheiro, e muitas vezes a melhor forma de vender é fazer uma queima de estoque ou baixar os preços.

Essa prática é comum e ajuda a desencalhar tudo o que não foi vendido. Assim, é possível obter algum lucro e, principalmente, se livrar dos gastos com armazenagem. Não se esqueça de checar por que esse acúmulo aconteceu e tente evitar ao máximo que ocorra de novo.

6. Pense em diversificar

Diversificar produtos pode ser uma boa saída para organizar o estoque da empresa. Em vez de possuir muitas mercadorias de um único tipo, você pode ter uma quantidade razoável de tipos diferentes.

Com isso, você aumenta as chances de venda, já que poderá atender a demandas por produtos diferentes. Se for uma boa saída ir além dos produtos convencionais, não hesite: diversifique!

7. Use a tecnologia

Existem diferentes ferramentas tecnológicas que ajudam o seu trabalho como gestor, desde softwares de gerenciamento empresarial até planilhas ou programas que o auxiliem na organização do estoque. Elas trazem mais segurança, praticidade e eficiência nos controles, ajudando mais do que anotações.

Escolha o sistema que melhor atender as suas necessidades. Observe também se ele tem uma interface agradável e é fácil de usar.

Lembre-se, entretanto, de que não adianta nada ter recursos de tecnologia se eles não forem bem usados. Sempre preencha as informações de maneira correta, principalmente sobre o estoque. Os dados que estiverem no software precisam bater com a realidade para que não haja erros. Se houver grandes diferenças entre o que está no estoque e o que é mostrado pelo programa, a empresa estará exposta a riscos.

É fundamental perceber que os produtos são uma parte do capital da empresa e sempre devem ser bem gerenciados. Se você pensar assim, ficará fácil organizar o estoque com cada vez mais eficiência!

Fonte: http://blog.sage.com.br/dicas-para-organizar-o-estoque/

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14 nov 2016

Como montar uma empresa: veja 5 dicas para ter o dinheiro necessário

O capital é o que possibilita ao micro e pequeno empreendedor tirar o negócio do papel e colocá-lo em prática. No entanto, é comum boas ideias de negócios serem desperdiçadas por falta de dinheiro e apoio no momento ideal.

Economia e investimentos

Ter o hábito de poupar pode ser uma vantagem para conseguir o capital necessário e não passar mais apertos no futuro. Não há a necessidade de grandes sacrifícios para isso: basta fazer uma análise profunda de todo o dinheiro que ganha e como é gasto para cortar despesas desnecessárias ou excessivas.

business men a plant between hands

Outra dica para montar uma empresa com o próprio dinheiro é buscar informações para aproveitar melhor os recursos que utiliza, como energia elétrica, água, combustível, cartões de crédito, etc. Use tudo o que puder a seu favor para economizar.

Seguindo as dicas de economia, muito dinheiro pode ser acumulado em pouco tempo. Assim que adquirir um valor relevante, aplique-o em renda fixa para monetizá-lo. Essa prática, além de proteger o capital da desvalorização, ajudará a acumular um montante ainda maior.


Empréstimos bancários

Para quem tem pressa, utilizar as linhas de crédito oferecidas pelos bancos pode ser uma solução atraente. Para isso, será necessário ter um bom histórico financeiro no mercado e oferecer garantias de pagamento. Alguns bancos podem até exigir uma verificação do plano de negócios para analisar seu potencial de retorno.

A vantagem dos empréstimos bancários é o acesso ao montante necessário de forma rápida. No entanto, o empreendedor deve ficar atento às taxas de juros que serão cobradas.


Investidores estrangeiros

Muitos empreendedores não sabem como montar uma empresa tendo acesso rápido ao capital necessário. Uma das alternativas mais interessantes do mercado é o investimento estrangeiro. Geralmente, esse tipo de ajuda é concedida de maneira mais fácil e menos burocrática, principalmente se o plano de negócios demonstrar um potencial de retorno atrativo.

Caso essa seja a opção escolhida, tenha ciência de que o plano de negócios deve conter informações bem precisas para que o investidor sinta confiança em emprestar o dinheiro.

Agências de fomento

Uma alternativa bastante atraente para o empreendedor conseguir o capital necessário é buscar o apoio de agências de fomento. Essas agências emprestam dinheiro a custos baixíssimos para empreendedores abrirem seus negócios, caso eles estejam inclusos em algum projeto de desenvolvimento do governo.

Algumas das principais agências são:

  • SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial);
  • FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos);
  • FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo);
  • CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
    Incubadoras
    Se a empresa for uma startup, tratar de algum tipo de negócio inovador ou tiver realmente um bom potencial de desenvolvimento, aqui vai mais uma dica interessante de como montar uma empresa com capital de terceiros: procure o apoio de uma incubadora.

Geralmente, são instituições de ensino universitário que oferecem os recursos necessários para a abertura e desenvolvimento do negócio. Entre os principais recursos oferecidos estão:

  • Consultoria empresarial;
  • Assessoria jurídica;
  • Infraestrutura adequada.

É importante lembrar que, independentemente da opção que escolher, o empreendedor deve contar com um software de gestão para otimizar os processos operacionais e gerenciais. Assim, ele evita desperdícios de recursos, reduz custos, diminui o índice de falhas, melhora a produtividade e a rentabilidade do negócio.

Não fique só na teoria: aproveite essas dicas de como montar uma empresa e comece hoje mesmo um plano de mudança de vida!

Fonte: http://blog.sage.com.br/como-montar-uma-empresa/

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21 out 2016

O ex-vendedor de picolés que virou empreendedor de sucesso

Danielle era recém-nascida quando seu pai decidiu mudar o rumo da empresa. A fabricante de químicos industriais, que já operava há 5 anos, passou aos produtos para cabelos. Com a nova cara, o negócio precisaria de um novo nome, e uma ex-funcionária sugeriu a homenagem à filha. “Huumm, ‘shampoo Danielle’ não soa tão bem, mas de repente se eu pegar só o final, tirar um L, trocar o E pelo Y…”

21102016_bO próprio Daniel desenhou o logotipo na hora. O nome Niely vinha acompanhado de um coração — “para dar charme”, ele brinca — e as letras faziam curvas vigorosas como os fios mais bem tratados.

A produção dos cosméticos ainda era artesanal, mas a virada de chave veio de um sonho do empreendedor de deixar de atender um nicho e passar a vender para o Brasil inteiro. Desde o início, ele tinha a visão de que faria um negócio grande. Enxergou a oportunidade pela demanda das pessoas de sua própria comunidade e apostou nos preços acessíveis e no público feminino para alcançar uma abrangência nacional.

Três décadas se passaram e a aposta se provou certeira: depois de receber muitas propostas de aquisição, em 2015, Daniel de Jesus aceitou vender a Niely para o Grupo L’Oréal.

Visão extraordinária

Desde moleque Daniel tem o talento para vender. Saía pela estação de trem com o isopor cheio de picolés, e assim complementava a renda da família. Além da faculdade de química, que concluiu aos 34 anos, diz que fez seu MBA no ponto de vendas. Ainda que ele participe de cada etapa da vida de um produto, é na rua que ele mais aprende e mais gosta de estar.

Conversando com fornecedores e clientes, foi consolidando sua estratégia e desbancando concorrentes até da gringa.

Mas é claro que nem tudo são flores. Inclusive, ter uma visão maior do que a que esperam para seu negócio também tem seu ônus. Ou você acha fácil ignorar todas as vozes que o acusam de louco a cada passo um pouco mais arriscado?

Se ele queria lançar uma linha de coloração, vinham mostrar como as multinacionais eram muito mais fortes. Se fazia um investimento maior em publicidade, diziam que era extravagância. A pressão, às vezes, chegava até ele. O primeiro contrato da empresa com o Big Brother Brasil, por exemplo, não deixou Daniel dormir por uma semana: “Eu nem tinha dinheiro para pagar a prestação”.

Nada de arrependimentos. Oito anos de parceria com o reality show e várias outras iniciativas depois, o faturamento da Niely chegou a R$ 540 milhões, empregando mais de 2.200 pessoas.

Sofrido desapego

Danielle hoje tem 30 anos, a mesma idade da empresa onde era diretora ao lado do pai. Trabalha agora em Nova York na área de marketing do Grupo L’Oréal.

Daniel ficou por aqui. Apesar de morar na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, suas raízes continuam em Nova Iguaçu, município vizinho, onde montou seu primeiro negócio. É lá que ele corta o cabelo, conserta o sapato e é parado e reconhecido no shopping pelos moradores. Também é onde montou seu escritório após a venda, um processo que foi doloroso tanto para ele quanto para a família.

“A gente sente muita falta porque aquilo foi feito com muito amor e muito carinho”, diz.

Ao mesmo tempo, a venda fecha um ciclo que representa o caminho árduo e improvável do ex-office boy, filho de uma costureira e um ascensorista. Independentemente dos contratempos da infância pobre, sempre preferiu olhar para frente.

“Desde criança eu pensava: ‘vou ser alguém na vida. Como, eu não sei. Se vou ter que trabalhar 10, 12, 14 horas por dia ou mais, vou trabalhar. Vou ter sucesso’”.

Parece que, mais uma vez, sua visão não falhou.

Confira essa história completa assistindo ao Day 1 de Daniel de Jesus, fundador da Niely.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/o-ex-vendedor-de-picoles-que-virou-empreendedor-de-sucesso/

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20 out 2016

O que são Core Competencies e como elas podem salvar minha empresa?

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O autoconhecimento é fundamental para qualquer empresa que queira crescer e ganhar espaço no mercado. Para identificar qual é a core competence da sua empresa, utiliza-se justamente esse autoconhecimento, apontando qual é a sua especialidade, no que a empresa realmente é boa, seu diferencial, etc.

Você já ouviu falar nesse assunto? Em um mercado cada vez mais competitivo, conhecer a sua core competence e investir nela é sinônimo de sucesso no mundo dos negócios. Saiba tudo sobre esse conceito no nosso post e descubra como ele é decisivo para o crescimento da sua empresa e a satisfação dos seus clientes. Aprenda a aproveitar o que sua empresa faz de melhor!

O que são core competencies?

O termo core competencies apareceu pela primeira vez em 1990, em um artigo escrito por C. K. Prahalad e Gary Hamel, para a Harvard Business Review, e designa a principal competência da sua empresa, ou seja, o que torna a sua empresa realmente única e diferente. Em outras palavras, uma competência chave que desempenha papel fundamental para seu crescimento, desenvolvimento e estabelecimento diante dos clientes.

Como posso definir minhas core competencies?

Existe grande dificuldade por parte dos empresários em definir qual é a sua verdadeira core competence, fato este que se origina, na maioria das vezes, pela falta do conhecimento total da sua empresa e da compreensão de suas qualidades e falhas.

Infelizmente, não existe uma “receita mágica” para definir as core competencies de uma empresa, porém, em sua publicação, Prahalad e Hamel citam três pontos principais a serem observados que auxiliam nessa definição. Para ser uma core competence, a(s) característica(s) deve(m):

Oferecer benefícios aos consumidores, como uma experiência diferenciada;
Serem difíceis de imitar;
Prover acesso a diferentes mercados.
As core competencies podem ser classificadas como sustentáveis, ou seja, características duradouras e que buscam resultados de longo prazo, ou transitórias, que sofrem alterações em um pequeno espaço de tempo, seguindo as tendências de seu mercado de atuação.

Um ponto que ajuda a empresa na definição de sua core competence é olhar para a missão, visão e valores da empresa, pois elas compõem a cultura organizacional que norteia as ações do seu negócio.

Para ajudá-lo, preparamos um infográfico completo sobre core competencies. Confira!

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Posso ter mais de uma core competence?
Pode. Porém, muitos autores afirmam que uma empresa não pode ou não deve ser boa em tudo o que faz, pois a dispersão do foco pode desperdiçar todos os esforços em definir uma core competence que seja relevante.

Após a definição de suas core competencies, o empresário deve analisar sua posição no mercado e também a de seus concorrentes para montar a sua estratégia de ação. Trabalhar seus diferenciais de maneira correta irá gerar novas oportunidades de crescimento, mas sempre se atentando e questionando se essa oportunidade é boa para sua empresa. Expandir sua core competence com base em achismos e fatores sem averiguação é um erro que muitas empresas cometem.

Para expandir sua core competence e abrir novos mercados, existem alguns pontos que se deve avaliar, como a capacidade da empresa em se igualar aos resultados do líder desse setor, a rentabilidade futura do setor no qual está ingressando e a viabilidade da utilização das core competencies que você já tem nesse novo mercado. E jamais tente copiar uma competência de outra empresa, pois ela já está consolidada na estrutura, e os esforços para fazer o mesmo certamente vão desperdiçar muito tempo e dinheiro.

Encontrar o seu grande diferencial é fundamental em um mercado cada dia mais competitivo, afinal, ele pode ser a chave para você fidelizar os seus clientes e ser sempre lembrado por eles. Invista na sua core competence! Seja único e diferente, esse é um dos segredos para o sucesso!

Fonte: http://blog.sage.com.br/o-que-sao-core-competencies-e-como-elas-podem-salvar-minha-empresa/

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18 out 2016

Inovação em pequenas empresas: 4 erros que impedem a evolução do negócio

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A palavra de ordem para as empresas bem-sucedidas é “inovação”, ou seja, criar algo que destaque o produto no mercado e atraia cada vez mais clientes. Ela pode tomar várias formas, desde um pequeno ajuste no processo ou abordagem do cliente até a criação de um produto novo e único.

Esse conceito é ainda mais importante quando pensamos na realidade de pequenas empresas, pois é justamente isso que a tornará competitiva.

No post de hoje, vamos falar sobre 4 erros na inovação de pequenas empresas que impedem a evolução do negócio. Fique atento para não cometê-los e garantir, com isso, a competitividade da sua companhia.


Focar apenas no que já deu certo

Inovar, por definição, não é seguir os passos de ninguém. A inovação em pequenas empresas não ocorre quando o empreendedor segue um roteiro já testado, mas sim quando implementa um novo. Muitas empresas acabam caindo nessa armadilha, pois ainda não estão totalmente firmadas no mercado e precisam criar uma base mais sólida. Essa é uma boa prática, mas não contribui para um crescimento inovador.

18102016Esperar o “momento perfeito”

Muitos gestores se esforçam para implementar a inovação em pequenas empresas, mas creem que exista um “momento certo” para concretizar seus planos. É verdade que há períodos em que testar ideias novas é arriscado demais. Afinal, é preciso lidar com diversos fatores, incluindo a satisfação dos clientes. Porém, nunca haverá um acordo perfeito entre os fatores internos e externos que garanta sucesso.

Se os riscos forem menores, ou pelo menos remediáveis, talvez seja a melhor hora para inovar. Se os planos forem deixados na prateleira para envelhecerem, provavelmente nunca serão concretizados, e aquele lucro extra esperado nunca chegará ao seu caixa.


Tentar fazer algo igual a uma grande empresa

Buscar a maior qualidade profissional possível desde o início é algo importante, que transmite seriedade e aumenta a rentabilidade do negócio. Mas existe um limite para o que uma pequena empresa pode fazer, já que seus recursos são bem menores do que aqueles de uma multinacional. E isso inclui as medidas de inovação também.

Esse cenário limitado é bem propício para a inovação em pequenas empresas, mas alguns se excedem ao criar planos que dependem de muito mais recursos do que os disponíveis no momento. Frequentemente, as melhores ideias são as mais óbvias. Por isso, tenha em mente que inovar pode ter mais a ver com criar algo novo com menos, não com adicionar mais e mais ao processo.

Criar algo novo sem saber o que já é antigo

Esse é um erro comum, mas frequente na inovação em pequenas empresas. Alguns acreditam que para criar algo não é necessário entender o que já se consolidou no mercado. Esse pensamento não poderia estar mais incorreto.

Uma nova ideia surge, na maioria das vezes, com base no que já é utilizado para resolver problemas no processo atual. Ao tentar inovar dessa forma, a melhor das hipóteses é que o resultado seja algo que já existe. O melhor é aprender tanto quanto possível primeiro para, depois, encontrar o que precisa ser inovado.

Conhecendo essas 4 atitudes que devem ser evitadas, com certeza você estará no caminho certo para a inovação. Com isso, o próximo passo é estruturar bem o seu empreendimento e ir à luta para conseguir o sucesso!

Fonte: http://blog.sage.com.br/inovacao-em-pequenas-empresas/

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17 out 2016

Comissão de finanças aprova projeto que cria incentivos para quem deseja abrir primeira empresa

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou projeto do deputado 17102016Otavio Leite (PSDB-RJ) que cria incentivos para quem quiser abrir sua primeira empresa, com o objetivo de estimular novos empreendimentos, em especial, aqueles destinados a resolver problemas socioambientais (PL 3674/12).

A proposta converte impostos, taxas e contribuições a serem devidos pela “Primeira Empresa” ou pela “Primeira Empresa para Economia Verde” em empréstimos da União destinados a fomentar o crescimento e a capitalização desses empreendimentos.

A proposta define Primeira Empresa como aquela criada por pessoas físicas cujos nomes jamais tenham sido registrados no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).

Já a Primeira Empresa para Economia Verde é definida como aquela pertencente à economia verde, preocupada com a preservação do meio ambiente e com o bem-estar, e em reduzir riscos ambientais e de escassez ecológica.

Condições
O relator da proposta, deputado Edmilson Rodrigues (Psol-PA) manteve o substitutivo apresentado na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Ele defendeu a aprovação do mérito do texto e a adequação orçamentária e financeira da proposta.

“Caberá ao Poder Executivo o estabelecimento das condições para a obtenção do benefício tributário, como, por exemplo, ações na área ambiental que gerem redução de gastos públicos nesta rubrica, equivalentes ao valor da perda de arrecadação”, explicou Rodrigues.

Conversão em créditos
O projeto estabelece que, durante 24 meses, todos os impostos, taxas, contribuições e encargos devidos serão convertidos, automaticamente, em créditos e deduzidos do faturamento da empresa caracterizada como Primeira Empresa.

A única exceção é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devido aos empregados da Primeira Empresa.

Quando for qualificada como “Primeira Empresa para Economia Verde”, a duração do incentivo será triplicada, assim como o prazo para a quitação do empréstimo.

A Primeira Empresa só começará o efetivo pagamento dos tributos, taxas e contribuições depois de dois anos de funcionamento e terá 48 meses para quitar o débito. Caso o empresário venda a empresa ou partes dela, os empréstimos concedidos serão considerados vencidos e devidos imediatamente.

Tramitação
A proposta, já aprovada na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:


Fonte: http://www.jornalcontabil.com.br/comissao-de-financas-aprova-projeto-que-cria-incentivos-para-quem-deseja-abrir-primeira-empresa/

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