02 mar 2017

Cinco razões para adotar a gestão eletrônica de seus documentos

08032017O acúmulo de documentos nas empresas, com pastas empoeiradas, e folhas que se desintegraram dos fichários ainda é uma realidade no universo corporativo. Por conta disso, tornam-se cada vez mais necessários os serviços que incorporam a gestão documental, transformando alugueis e m² de ambientes desorganizados em gigabytes, prontos para serem acessados virtualmente.

Mas ainda existem barreiras que as empresas enfrentam na hora de adotar esse tipo de organização, a principal delas é a falta de conhecimento sobre como ganhar produtividade, segurança e reduzir custos. Confira porque vale a pena investir nesta solução:

1. Ganhos de produtividade

Com informações digitalizadas as pessoas ficam mais focadas nas atividades produtivas, evitando o desperdício de tempo com a localização e organização dos documentos e informações. Além disso, os processos são desenhados de acordo com as necessidades de cada cliente, minimizando o impacto causado com as mudanças.

2. Processos otimizados

As áreas de RH, jurídica, fiscal, financeira e outros setores que trabalham com informações contidas nos documentos da empresa são imediatamente beneficiadas, porque seus documentos são considerados “vivos”, com alto volume de consultas ou atualizações, como por exemplo: prontuários Médicos, prontuários de RH, etc.

3. Redução de custos

As empresas de grande, médio e pequeno porte podem se beneficiar desse tipo de armazenamento de diversas formas. Dentre elas, podemos destacar a redução de custos com o número de pessoas envolvidas na gestão documental e com o espaço de armazenagem. Dedicar espaços físicos para a guarda de documentos aumenta os custos com aluguel e prejudica diretamente o Ebtida (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization) – importante indicador financeiro, que representa o quanto uma empresa gera de recursos por meio de suas atividades operacionais, sem contar impostos e outros efeitos financeiros.

4. Mitigação de riscos

Mitigar riscos, termo cada vez mais usado no mundo corporativo, significa ter cuidado em relação a algo que pode ser prejudicial. A gestão automatizada centraliza o processo documental, envolvendo maior controle e segurança, além de ser mais assertiva. Dessa forma, é possível evitar acessos indevidos, perda de informações valiosas e os danos em arquivos que podem resultar em possíveis penalizações por parte dos órgãos reguladores.

5. Informações mais seguras

A gestão eletrônica resguarda informações importantes, inclusive de serem extraviadas. A organização documental realizada manualmente pode comprometer os dados com o histórico da empresa. Muitas vezes essas informações são usadas para comprovar a idoneidade de um ato ou avaliar a performance de um período, ajudando na tomada de decisões.

*Inon Neves é vice-presidente da Access, empresa do segmento de gestão de documentos e informações, presente nos Estados Unidos, Brasil, Costa Rica, Panamá e Trinidade e Tobago.

Fonte: Administrador.com

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07 fev 2017

Confira seis novas profissões para a área de tecnologia

07022017A cada geração novas profissões são desenvolvidas e descobertas, e no século XXI é a vez da tecnologia ser uma das grandes responsáveis pela movimentação do mercado de trabalho, não só brasileiro, mas também mundial.

Segundo a Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 27,7% das pessoas que estão fora do mercado de trabalho são jovens – entre 14 e 24 anos – e a expectativa é que  esses jovens sejam os protagonistas das novas profissões que vêm sendo descobertas. Com base nisso, a rede de escolas de informática Microcamp elaborou seis novas profissões para a área de tecnologia que podem render ótimos trabalhos:

Desenvolvedor de aplicativos

Não entende muito de informática? Bom, isso não é um problema para a área, diz Helder Hidalgo, coordenador de cursos da Microcamp. De acordo com o especialista, esse é um dos mercados mais atraentes para os empreendedores iniciantes, uma vez que oferta diversas oportunidades interessantes. Entre as possibilidades para a criação estão: Apple, Android, além das empresas privadas e o próprio setor público.

Youtuber

Fazer um vídeo e postar no Youtube já não é mais apenas um hobby para muitos, a atividade virou negócio. Segundo Hidalgo, esse é um mercado que exige muito do empreendedor, pois além do esforço é necessário dedicação e conhecimentos em ferramentas, principalmente audiovisuais. Se tiver afinidade com a escrita, essa opção também é uma boa, visto que a atividade não inclui apenas gravar, a criação de roteiros e scripts também fazem parte do trabalho.

Especialista em Internet das Coisas

O nome é confuso, mas calma. Trata-se apenas de um conceito que conecta qualquer objeto à internet. Entre os exemplos que podem ser citados estão: eletrodomésticos, meios de transportes e até mesmo roupas e tênis. Achou futurístico? Segundo a empresa ABI Research, até 2020 aproximadamente 30 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet das Coisas (IoT).

Como o tempo é curto – três anos – existe a necessidade que qualificar pessoas para trabalhar nesta área, principalmente dentro das pequenas e médias empresas (PMEs), que estão em busca da diminuição de seus custos.

Técnico em Manutenção em Drones

Eles são usados em combates, filmagens e simplesmente para diversão. E têm cada vez mais variações positivas em suas vendas.  De acordo com a ABI Research, a projeção é que o mercado de drones cresça 32% por ano na próxima década.

Isso significa para Helder Hidalgo que o segmento demandará especialistas para atender o público em potencial. Outra estimativa é que o faturamento de vendas de equipamentos, treinamentos de pilotos e prestação de serviços gere uma receita de até R$ 200 milhões para 2017.

Desenvolvedor de Dispositivos Vestíveis

Isso mesmo. Óculos de realidade virtual, relógios inteligentes (smartwatches) e pulseiras inteligentes são apenas alguns dos itens que têm colaborado com as mais de 80 milhões de vendas de dispositivos vestíveis até hoje.

Esses objetos permitem maior interação do usuário com o seu smatphone, além de também proporcionar maior facilidade e dinâmica para o usuário, que ao invés de puxar o celular do bolso, pode simplesmente checar alguma informação no pulso.

Desenvolvedor de Robô Social

Você se lembra do filme: O Homem Bicentenário? Pois é, esse é o objetivo do desenvolvedor desta área: criar máquinas caseiras que conversam, imitam animais de estimação, dançam etc. De forma que crie interação com o ser humano no ambiente doméstico.

De acordo com Hidalgo, esse também é um mercado de trabalho e vendas em expansão, uma vez que já é estimado que cada casa tenha o seu próprio robô familiar em um futuro próximo.

Fonte: http://tecnologia.ig.com.br/2017-02-06/mercado-de-trabalho.html

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03 fev 2017

Redes sociais são agora ferramentas no combate à sonegação

03022017O Brasil figura entre os países com maior índice de sonegação de impostos do mundo. Um estudo realizado em 2011 com dados do Banco Mundial mostrou que o país “levou a medalha de prata” nesse quesito, perdendo apenas para Rússia. As causas são diversas e vão desde a complexidade do nosso sistema tributário — que, por vezes, chega a afetar até mesmo os bem intencionados — até o fato de aparecermos em último lugar em um ranking que avalia o retorno social dos impostos cobrados, por exemplo.

Diante desse cenário, uma nova arma vem sendo utilizada pela Receita Federal para tentar diminuir esse número: as redes sociais. Auditores da Receita têm monitorado páginas de contribuintes denunciados ou que se encontram na malha fina a fim de verificar se as declarações ao leão batem com o que é mostrado na internet. Você já sabia disso? Confira nosso post e veja como é utilizada essa nova ferramenta!

Metodologia

Não há nenhuma orientação oficial por parte da Receita para a utilização das redes sociais, mas, no caso do contribuinte cair na malha fina ou de receber alguma denúncia, os servidores do fisco estão autorizados a recorrer às redes sociais como o Facebook ou Instagram, por exemplo, até mesmo pelo fato de se tratarem de páginas abertas ao público.

A receita conta com uma equipe especial de analistas responsáveis por planejar as ações fiscais, fazendo uso não apenas das redes sociais, mas também ficando sempre atentos aos noticiários. “Toda notícia que surgir pode ser aproveitada. O auditor aprofunda-se nessa informação, busca a confirmação em outras fontes, enfim, corre atrás da comprovação”, afirmou o Superintendente Substituto Regional da Receita Federal, Angelo Rigoni.

O objetivo central da utilização dessa ferramenta é encontrar imagens que possam indicar que o contribuinte está escondendo alguma informação. Fotos em carros de luxo, spas, iates ou viagens no exterior, por exemplo, são fortes pistas procuradas pelos servidores do fisco.

Malha fina

As declarações de imposto de renda são submetidas ao sistema de informática da Receita, que passa a verificar a existência de alguma incompatibilidade cruzando os dados fornecidos com outros dados de empresas, INSS, bancos, cartões de crédito, convênios médicos e etc. Quando alguma irregularidade é encontrada ou alguma informação é omitida, como a não inclusão dos rendimentos de dependentes, por exemplo, a declaração do contribuinte cai na malha fina de forma automática.

Após identificar as falhas anteriormente declaradas, o contribuinte deve fazer uma solicitação de retificação ao Fisco para deixar a malha fina. Uma vez que a situação foi resolvida e o contribuinte tenha direito à restituição, ele será incluído nos lotes do Imposto de Renda normalmente.

Para averiguar o andamento da declaração ou conferir se a mesma se encontra na malha fina, o contribuinte deve acessar o Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC) e informar seu CPF, código de acesso e senha — e para gerar o código de acesso, se ainda não tiver um, basta seguir as orientações no site da Receita.

Sejam seus clientes pessoas físicas ou jurídicas, vale a pena avisá-los sobre essa nova técnica de monitoramento da Receita Federal sobre os contribuintes, para evitar uma dor de cabeça no futuro.

http://blog.sage.com.br/redes-sociais-ferramentas-combate-sonegacao/

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04 jan 2017

9 aplicativos para ajudar em sua produtividade no trabalho

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O smartphone já se tornou parceiro inseparável de muita gente em diversas áreas de atuação. Graças à infinidade de apps que existem no iPhone, Android e Windows Phone, esses aparelhos se transformam em uma série de utilitários que se adaptam a múltiplas situações.

Quem quer trabalhar com mais produtividade pode aproveitar alguns aplicativos móveis imperdíveis que facilitam em muito o dia a dia, deixando o profissional com mais tempo para se dedicar ao que mais importa. Veja a seguir 9 aplicativos para aumentar sua produtividade no trabalho!

1. Evernote

Qualquer pessoa que queira ser mais produtiva precisa abraçar o costume de fazer anotações, pois elas são as principais aliadas de quem quer trabalhar de maneira mais inteligente. O Evernote transforma suas anotações em itens multimídia, permitindo que você salve não só textos como também imagens, links, notas de áudio e até crie lembretes e listas.

2. Pocket

Trabalhar de maneira produtiva significa não se deixar levar por distrações. Se você tem o costume de emendar uma leitura na outra enquanto está acessando a internet, o Pocket pode te ajudar a conter essa perda de tempo. Em vez de abrir um link na hora, salve-o no Pocket. Ele ficará disponível para leitura depois, quando você estiver com tempo.

3. Trello

Para organizar as suas demandas e materiais de maneira intuitiva, você pode empregar as funcionalidades do Trello. Ele reúne murais com listas e cards que dão forma a um processo de organização muito mais simples para o seu trabalho. Que tal montar um mural com as suas pendências e marcar as etapas completadas?

4. Wunderlist

Todo tipo de profissional precisa ter pleno controle sobre as suas tarefas do dia. Usando o Wunderlist, é possível criar listas de compromissos e pendências que ficam visíveis até que sejam completadas. Contando com um visual sofisticado e muitas funções, o Wunderlist pode transformar a produtividade de qualquer profissional.

5. Mailbox

O Mailbox surgiu para tornar a relação das pessoas com o e-mail mais amigável. Afinal, perdemos muito tempo diariamente com essas mensagens. Usando gestos especiais, o aplicativo permite arquivar, responder ou guardar e-mails para depois. Usando o Mailbox, o usuário vai passar bem menos tempo em sua caixa de entrada.

6. Dropbox

Hoje em dia, não faz mais sentido perder arquivos para quedas de energia ou problemas parecidos. Graças à nuvem, podemos manter nossos documentos guardados e facilmente acessíveis de qualquer lugar. Quem usa o Dropbox consegue atuar com bastante produtividade no trabalho por conseguir acessar os seus arquivos de onde estiver.

7. Timeful

A marcação de reuniões e outros eventos é muito importante para que o dia fique organizado, mas esse processo costuma levar tempo. Quando isso acumula, a eficiência fica comprometida. O Timeful é um aplicativo que analisa a sua rotina e eventos e cria, sozinho, o seu cronograma do dia.

8. Sunrise

Existem diversos aplicativos para organizar os seus compromissos em calendário, mas nenhum é tão completo quanto o Sunrise. O seu principal atrativo é a possibilidade de reunir mais de um calendário dentro de si, sendo possível usar suas agendas pessoal e profissional, além de redes sociais como o Facebook.

9. IFTTT

A internet evoluiu ao ponto de contar com uma série de plataformas e ferramentas diferentes. O IFTTT conecta serviços que até então não tinham ligação, como Facebook, Twitter e outros para proporcionar mais produtividade no trabalho. Visite a galeria de “receitas” prontas e descubra todo o potencial do IFTTT que se encaixa no seu dia a dia.

Ao usar esses aplicativos, você contará com mais produtividade no seu dia a dia de trabalho e conseguirá ter mais tempo para se dedicar a tarefas que realmente precisam da sua atenção. Qual deles você já conhece e usa? Conte para a gente nos comentários!

Fonte: www.sage.com.br

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29 dez 2016

Sua empresa está preparada para 2017?

29122016Depois de um ano difícil para a maioria das empresas, como todas elas podem ter um 2017 melhor e com mais sucesso? Fazer, ainda esse ano, uma reflexão sobre o quanto os sócios, ou executivos mais estratégicos, estão alinhados entre eles e ao planejamento do negócio e avaliar quanto o plano está adequado ao cenário atual, é fundamental, diz a Master Coach da Effecta Coaching, Janaina Manfredini. O alinhamento estratégico é fundamental para garantir o sucesso de um negócio.

Como o próprio nome sugere, é um processo em duas vertentes. A primeira delas em cinco passos. “Olhar para validar ou definir aonde a empresa quer chegar. Parece óbvio. Mas não é. É preciso “clarificar” isso e compartilhar para que todos sonhem juntos esse sonho. Depois é necessário reavaliar o propósito de tudo.

Qual a razão que faz com que tudo valha a pena? A partir daí é fortalecer os princípios que não se abre mão e traçar objetivos estratégicos macros com algumas evidências de sucessos – que é como saberemos quando alcançamos cada um deles. Depois é traçar o passo a passo necessário para chegar até cada uma delas”, orienta Janaina.

Em paralelo a construção dos cinco passos, é importante que cada um passe por um processo de potencialização individual, para que esteja em sua melhor performance para contribuir com o todo. Esta é a segunda vertente e a metodologia do coaching proporciona a aceleração de resultados, promovendo um alto nível de comprometimento e melhorando significativamente a interação do time principal e, consequentemente, dos times liderados. “É claro que o que queremos é que a organização esteja inteira na mesma direção e, com esses passos bem definidos, isso é uma consequência natural, que vai demandar liderança, entusiasmo e desenvolvimento de equipes”, esclarece Janaina. Veja três dicas para cada um contribuir com o alinhamento:

– Não espere. Sempre saia na frente. A grande maioria das empresas decide pelo alinhamento estratégico quando sente que o negócio “saiu das mãos” e está “fora do controle”. Um equívoco. “O indicado é que ele esteja pronto antes de um negócio existir. Afinal, as mudanças podem ser encaradas como abandono do conforto. Mas nunca é tarde para alinhar uma organização para que funcione melhor e com melhores resultados”, ressalta Janaina.

– Todos podem se beneficiar. Você também. A maioria das empresas passa por incertezas, instabilidades, queda de faturamento, de produtividade e riscos. Ou seja, negócios dos mais diferentes níveis, setores e abrangências.

– Procure profissionais capacitados para ajudar a fazer o alinhamento estratégico. Um profissional que os provoquem a encontrar os melhores caminhos, cuidado com os modelos de caminhos prontos, pré-formatados, que não levam em consideração as particularidades da sua realidade, da cultura da empresa, a cultura do empreendedor. Parecem mais fáceis, porém são menos profundos e longevos. Não terceirize essas diretrizes.

Fonte: http://contadores.cnt.br

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14 nov 2016

Como montar uma empresa: veja 5 dicas para ter o dinheiro necessário

O capital é o que possibilita ao micro e pequeno empreendedor tirar o negócio do papel e colocá-lo em prática. No entanto, é comum boas ideias de negócios serem desperdiçadas por falta de dinheiro e apoio no momento ideal.

Economia e investimentos

Ter o hábito de poupar pode ser uma vantagem para conseguir o capital necessário e não passar mais apertos no futuro. Não há a necessidade de grandes sacrifícios para isso: basta fazer uma análise profunda de todo o dinheiro que ganha e como é gasto para cortar despesas desnecessárias ou excessivas.

business men a plant between hands

Outra dica para montar uma empresa com o próprio dinheiro é buscar informações para aproveitar melhor os recursos que utiliza, como energia elétrica, água, combustível, cartões de crédito, etc. Use tudo o que puder a seu favor para economizar.

Seguindo as dicas de economia, muito dinheiro pode ser acumulado em pouco tempo. Assim que adquirir um valor relevante, aplique-o em renda fixa para monetizá-lo. Essa prática, além de proteger o capital da desvalorização, ajudará a acumular um montante ainda maior.


Empréstimos bancários

Para quem tem pressa, utilizar as linhas de crédito oferecidas pelos bancos pode ser uma solução atraente. Para isso, será necessário ter um bom histórico financeiro no mercado e oferecer garantias de pagamento. Alguns bancos podem até exigir uma verificação do plano de negócios para analisar seu potencial de retorno.

A vantagem dos empréstimos bancários é o acesso ao montante necessário de forma rápida. No entanto, o empreendedor deve ficar atento às taxas de juros que serão cobradas.


Investidores estrangeiros

Muitos empreendedores não sabem como montar uma empresa tendo acesso rápido ao capital necessário. Uma das alternativas mais interessantes do mercado é o investimento estrangeiro. Geralmente, esse tipo de ajuda é concedida de maneira mais fácil e menos burocrática, principalmente se o plano de negócios demonstrar um potencial de retorno atrativo.

Caso essa seja a opção escolhida, tenha ciência de que o plano de negócios deve conter informações bem precisas para que o investidor sinta confiança em emprestar o dinheiro.

Agências de fomento

Uma alternativa bastante atraente para o empreendedor conseguir o capital necessário é buscar o apoio de agências de fomento. Essas agências emprestam dinheiro a custos baixíssimos para empreendedores abrirem seus negócios, caso eles estejam inclusos em algum projeto de desenvolvimento do governo.

Algumas das principais agências são:

  • SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial);
  • FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos);
  • FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo);
  • CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
    Incubadoras
    Se a empresa for uma startup, tratar de algum tipo de negócio inovador ou tiver realmente um bom potencial de desenvolvimento, aqui vai mais uma dica interessante de como montar uma empresa com capital de terceiros: procure o apoio de uma incubadora.

Geralmente, são instituições de ensino universitário que oferecem os recursos necessários para a abertura e desenvolvimento do negócio. Entre os principais recursos oferecidos estão:

  • Consultoria empresarial;
  • Assessoria jurídica;
  • Infraestrutura adequada.

É importante lembrar que, independentemente da opção que escolher, o empreendedor deve contar com um software de gestão para otimizar os processos operacionais e gerenciais. Assim, ele evita desperdícios de recursos, reduz custos, diminui o índice de falhas, melhora a produtividade e a rentabilidade do negócio.

Não fique só na teoria: aproveite essas dicas de como montar uma empresa e comece hoje mesmo um plano de mudança de vida!

Fonte: http://blog.sage.com.br/como-montar-uma-empresa/

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21 out 2016

O ex-vendedor de picolés que virou empreendedor de sucesso

Danielle era recém-nascida quando seu pai decidiu mudar o rumo da empresa. A fabricante de químicos industriais, que já operava há 5 anos, passou aos produtos para cabelos. Com a nova cara, o negócio precisaria de um novo nome, e uma ex-funcionária sugeriu a homenagem à filha. “Huumm, ‘shampoo Danielle’ não soa tão bem, mas de repente se eu pegar só o final, tirar um L, trocar o E pelo Y…”

21102016_bO próprio Daniel desenhou o logotipo na hora. O nome Niely vinha acompanhado de um coração — “para dar charme”, ele brinca — e as letras faziam curvas vigorosas como os fios mais bem tratados.

A produção dos cosméticos ainda era artesanal, mas a virada de chave veio de um sonho do empreendedor de deixar de atender um nicho e passar a vender para o Brasil inteiro. Desde o início, ele tinha a visão de que faria um negócio grande. Enxergou a oportunidade pela demanda das pessoas de sua própria comunidade e apostou nos preços acessíveis e no público feminino para alcançar uma abrangência nacional.

Três décadas se passaram e a aposta se provou certeira: depois de receber muitas propostas de aquisição, em 2015, Daniel de Jesus aceitou vender a Niely para o Grupo L’Oréal.

Visão extraordinária

Desde moleque Daniel tem o talento para vender. Saía pela estação de trem com o isopor cheio de picolés, e assim complementava a renda da família. Além da faculdade de química, que concluiu aos 34 anos, diz que fez seu MBA no ponto de vendas. Ainda que ele participe de cada etapa da vida de um produto, é na rua que ele mais aprende e mais gosta de estar.

Conversando com fornecedores e clientes, foi consolidando sua estratégia e desbancando concorrentes até da gringa.

Mas é claro que nem tudo são flores. Inclusive, ter uma visão maior do que a que esperam para seu negócio também tem seu ônus. Ou você acha fácil ignorar todas as vozes que o acusam de louco a cada passo um pouco mais arriscado?

Se ele queria lançar uma linha de coloração, vinham mostrar como as multinacionais eram muito mais fortes. Se fazia um investimento maior em publicidade, diziam que era extravagância. A pressão, às vezes, chegava até ele. O primeiro contrato da empresa com o Big Brother Brasil, por exemplo, não deixou Daniel dormir por uma semana: “Eu nem tinha dinheiro para pagar a prestação”.

Nada de arrependimentos. Oito anos de parceria com o reality show e várias outras iniciativas depois, o faturamento da Niely chegou a R$ 540 milhões, empregando mais de 2.200 pessoas.

Sofrido desapego

Danielle hoje tem 30 anos, a mesma idade da empresa onde era diretora ao lado do pai. Trabalha agora em Nova York na área de marketing do Grupo L’Oréal.

Daniel ficou por aqui. Apesar de morar na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, suas raízes continuam em Nova Iguaçu, município vizinho, onde montou seu primeiro negócio. É lá que ele corta o cabelo, conserta o sapato e é parado e reconhecido no shopping pelos moradores. Também é onde montou seu escritório após a venda, um processo que foi doloroso tanto para ele quanto para a família.

“A gente sente muita falta porque aquilo foi feito com muito amor e muito carinho”, diz.

Ao mesmo tempo, a venda fecha um ciclo que representa o caminho árduo e improvável do ex-office boy, filho de uma costureira e um ascensorista. Independentemente dos contratempos da infância pobre, sempre preferiu olhar para frente.

“Desde criança eu pensava: ‘vou ser alguém na vida. Como, eu não sei. Se vou ter que trabalhar 10, 12, 14 horas por dia ou mais, vou trabalhar. Vou ter sucesso’”.

Parece que, mais uma vez, sua visão não falhou.

Confira essa história completa assistindo ao Day 1 de Daniel de Jesus, fundador da Niely.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/o-ex-vendedor-de-picoles-que-virou-empreendedor-de-sucesso/

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20 out 2016

O que são Core Competencies e como elas podem salvar minha empresa?

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O autoconhecimento é fundamental para qualquer empresa que queira crescer e ganhar espaço no mercado. Para identificar qual é a core competence da sua empresa, utiliza-se justamente esse autoconhecimento, apontando qual é a sua especialidade, no que a empresa realmente é boa, seu diferencial, etc.

Você já ouviu falar nesse assunto? Em um mercado cada vez mais competitivo, conhecer a sua core competence e investir nela é sinônimo de sucesso no mundo dos negócios. Saiba tudo sobre esse conceito no nosso post e descubra como ele é decisivo para o crescimento da sua empresa e a satisfação dos seus clientes. Aprenda a aproveitar o que sua empresa faz de melhor!

O que são core competencies?

O termo core competencies apareceu pela primeira vez em 1990, em um artigo escrito por C. K. Prahalad e Gary Hamel, para a Harvard Business Review, e designa a principal competência da sua empresa, ou seja, o que torna a sua empresa realmente única e diferente. Em outras palavras, uma competência chave que desempenha papel fundamental para seu crescimento, desenvolvimento e estabelecimento diante dos clientes.

Como posso definir minhas core competencies?

Existe grande dificuldade por parte dos empresários em definir qual é a sua verdadeira core competence, fato este que se origina, na maioria das vezes, pela falta do conhecimento total da sua empresa e da compreensão de suas qualidades e falhas.

Infelizmente, não existe uma “receita mágica” para definir as core competencies de uma empresa, porém, em sua publicação, Prahalad e Hamel citam três pontos principais a serem observados que auxiliam nessa definição. Para ser uma core competence, a(s) característica(s) deve(m):

Oferecer benefícios aos consumidores, como uma experiência diferenciada;
Serem difíceis de imitar;
Prover acesso a diferentes mercados.
As core competencies podem ser classificadas como sustentáveis, ou seja, características duradouras e que buscam resultados de longo prazo, ou transitórias, que sofrem alterações em um pequeno espaço de tempo, seguindo as tendências de seu mercado de atuação.

Um ponto que ajuda a empresa na definição de sua core competence é olhar para a missão, visão e valores da empresa, pois elas compõem a cultura organizacional que norteia as ações do seu negócio.

Para ajudá-lo, preparamos um infográfico completo sobre core competencies. Confira!

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Posso ter mais de uma core competence?
Pode. Porém, muitos autores afirmam que uma empresa não pode ou não deve ser boa em tudo o que faz, pois a dispersão do foco pode desperdiçar todos os esforços em definir uma core competence que seja relevante.

Após a definição de suas core competencies, o empresário deve analisar sua posição no mercado e também a de seus concorrentes para montar a sua estratégia de ação. Trabalhar seus diferenciais de maneira correta irá gerar novas oportunidades de crescimento, mas sempre se atentando e questionando se essa oportunidade é boa para sua empresa. Expandir sua core competence com base em achismos e fatores sem averiguação é um erro que muitas empresas cometem.

Para expandir sua core competence e abrir novos mercados, existem alguns pontos que se deve avaliar, como a capacidade da empresa em se igualar aos resultados do líder desse setor, a rentabilidade futura do setor no qual está ingressando e a viabilidade da utilização das core competencies que você já tem nesse novo mercado. E jamais tente copiar uma competência de outra empresa, pois ela já está consolidada na estrutura, e os esforços para fazer o mesmo certamente vão desperdiçar muito tempo e dinheiro.

Encontrar o seu grande diferencial é fundamental em um mercado cada dia mais competitivo, afinal, ele pode ser a chave para você fidelizar os seus clientes e ser sempre lembrado por eles. Invista na sua core competence! Seja único e diferente, esse é um dos segredos para o sucesso!

Fonte: http://blog.sage.com.br/o-que-sao-core-competencies-e-como-elas-podem-salvar-minha-empresa/

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18 out 2016

Inovação em pequenas empresas: 4 erros que impedem a evolução do negócio

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A palavra de ordem para as empresas bem-sucedidas é “inovação”, ou seja, criar algo que destaque o produto no mercado e atraia cada vez mais clientes. Ela pode tomar várias formas, desde um pequeno ajuste no processo ou abordagem do cliente até a criação de um produto novo e único.

Esse conceito é ainda mais importante quando pensamos na realidade de pequenas empresas, pois é justamente isso que a tornará competitiva.

No post de hoje, vamos falar sobre 4 erros na inovação de pequenas empresas que impedem a evolução do negócio. Fique atento para não cometê-los e garantir, com isso, a competitividade da sua companhia.


Focar apenas no que já deu certo

Inovar, por definição, não é seguir os passos de ninguém. A inovação em pequenas empresas não ocorre quando o empreendedor segue um roteiro já testado, mas sim quando implementa um novo. Muitas empresas acabam caindo nessa armadilha, pois ainda não estão totalmente firmadas no mercado e precisam criar uma base mais sólida. Essa é uma boa prática, mas não contribui para um crescimento inovador.

18102016Esperar o “momento perfeito”

Muitos gestores se esforçam para implementar a inovação em pequenas empresas, mas creem que exista um “momento certo” para concretizar seus planos. É verdade que há períodos em que testar ideias novas é arriscado demais. Afinal, é preciso lidar com diversos fatores, incluindo a satisfação dos clientes. Porém, nunca haverá um acordo perfeito entre os fatores internos e externos que garanta sucesso.

Se os riscos forem menores, ou pelo menos remediáveis, talvez seja a melhor hora para inovar. Se os planos forem deixados na prateleira para envelhecerem, provavelmente nunca serão concretizados, e aquele lucro extra esperado nunca chegará ao seu caixa.


Tentar fazer algo igual a uma grande empresa

Buscar a maior qualidade profissional possível desde o início é algo importante, que transmite seriedade e aumenta a rentabilidade do negócio. Mas existe um limite para o que uma pequena empresa pode fazer, já que seus recursos são bem menores do que aqueles de uma multinacional. E isso inclui as medidas de inovação também.

Esse cenário limitado é bem propício para a inovação em pequenas empresas, mas alguns se excedem ao criar planos que dependem de muito mais recursos do que os disponíveis no momento. Frequentemente, as melhores ideias são as mais óbvias. Por isso, tenha em mente que inovar pode ter mais a ver com criar algo novo com menos, não com adicionar mais e mais ao processo.

Criar algo novo sem saber o que já é antigo

Esse é um erro comum, mas frequente na inovação em pequenas empresas. Alguns acreditam que para criar algo não é necessário entender o que já se consolidou no mercado. Esse pensamento não poderia estar mais incorreto.

Uma nova ideia surge, na maioria das vezes, com base no que já é utilizado para resolver problemas no processo atual. Ao tentar inovar dessa forma, a melhor das hipóteses é que o resultado seja algo que já existe. O melhor é aprender tanto quanto possível primeiro para, depois, encontrar o que precisa ser inovado.

Conhecendo essas 4 atitudes que devem ser evitadas, com certeza você estará no caminho certo para a inovação. Com isso, o próximo passo é estruturar bem o seu empreendimento e ir à luta para conseguir o sucesso!

Fonte: http://blog.sage.com.br/inovacao-em-pequenas-empresas/

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11 out 2016

Como sair do vermelho? Veja 5 dicas que vão salvar sua microempresa

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As microempresas são maioria na economia brasileira. Porém, em tempos de crise e instabilidade econômica, elas são também as organizações mais vulneráveis. Por isso, precisam adotar estratégias diferenciadas, que lhes indiquem como sair do vermelho, superando os entraves e permanecendo fortes e competitivas no mercado.

Ao primeiro sinal de crise, muitas corporações acabam demitindo boa parte dos seus trabalhadores. Mas quando se trabalha em uma microempresa, que conta com poucos funcionários (ou, em muitos casos, cuja equipe é formada pelo próprio empreendedor e sua família), é preciso adotar outras medidas para superar as dificuldades sem fechar as portas.

Avalie as possíveis causas

É certo que situações de turbulência econômica, como crises financeiras ou recessões, acabam impactando de maneira grave no desempenho das empresas no mercado, principalmente as menores.

Entretanto, nenhum problema tem apenas uma causa. Para superar as dificuldades, o empreendedor terá que avaliar quais os outros motivos que o levaram à situação deficitária. Identificando as causas do problema, ficará mais fácil direcionar as ações corretas para superá-lo.

Corte gastos supérfluos

Quando as contas estão no azul, é tentador para muitos empreendedores assumir obrigações financeiras de menor relevância para o negócio. Mas, quando a crise se aproxima, uma boa maneira de se fortalecer para enfrentar a baixa nas vendas é cortando gastos desnecessários ou supérfluos. Assim, o dinheiro que sobrar poderá ser direcionado para despesas mais importantes.

Separe o patrimônio pessoal do patrimônio da empresa

Um erro corriqueiro entre os pequenos empresários é misturar os recursos pessoais com o patrimônio da empresa. Essa atitude é bastante prejudicial para o controle financeiro do empreendimento, pois torna nebulosa uma série de transações e gastos, dificultando as auditorias e o controle do fluxo de caixa.

Para ter uma noção exata do panorama da sua empresa e os desafios que terá de enfrentar, o ideal é separar as contas pessoais das organizacionais e utilizar o capital do seu negócio para investir nas áreas mais carentes.

Negocie com fornecedores

O lado bom de uma crise a nível de economia nacional (se é que existe algum) é que ela não afeta somente um ou alguns setores da cadeia econômica, mas todos. Por isso, se a sua empresa está passando por dificuldades comerciais, os seus fornecedores provavelmente estarão também.

Com isso, eles estarão mais sensíveis aos seus apelos e poderão conceder um aumento dos prazos para quitação das dívidas ou condições mais acessíveis de compra. Assim, antes de optar por tomar empréstimos bancários, é melhor tentar negociar com seus fornecedores e conseguir alguns benefícios.

Não descuide da qualidade

Essa dica é muito importante não somente para superar as dificuldades financeiras, mas, sobretudo, para assegurar a boa reputação e a fidelização dos clientes. Uma conduta muito comum de alguns empresários é reduzir a qualidade dos insumos utilizados nos seus produtos para tentar manter os preços praticados e não perder vendas.

Contudo, essa alternativa não deve ser cogitada, tendo em vista que os clientes irão notar o decréscimo de qualidade. Isso irá prejudicar a aceitabilidade do produto e o nome da empresa no mercado, e acabará tendo o efeito contrário.

Portanto, para conseguir tirar a sua empresa do vermelho, a solução é ser comedido nos gastos e ativo em iniciativas como a renegociação de dívidas, o controle dos fluxos de caixa e, principalmente, a qualidade dos produtos comercializados. Assim, quando a tempestade passar, a sua empresa colherá os frutos do esforço realizado.

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