02 mar 2017

Cinco razões para adotar a gestão eletrônica de seus documentos

08032017O acúmulo de documentos nas empresas, com pastas empoeiradas, e folhas que se desintegraram dos fichários ainda é uma realidade no universo corporativo. Por conta disso, tornam-se cada vez mais necessários os serviços que incorporam a gestão documental, transformando alugueis e m² de ambientes desorganizados em gigabytes, prontos para serem acessados virtualmente.

Mas ainda existem barreiras que as empresas enfrentam na hora de adotar esse tipo de organização, a principal delas é a falta de conhecimento sobre como ganhar produtividade, segurança e reduzir custos. Confira porque vale a pena investir nesta solução:

1. Ganhos de produtividade

Com informações digitalizadas as pessoas ficam mais focadas nas atividades produtivas, evitando o desperdício de tempo com a localização e organização dos documentos e informações. Além disso, os processos são desenhados de acordo com as necessidades de cada cliente, minimizando o impacto causado com as mudanças.

2. Processos otimizados

As áreas de RH, jurídica, fiscal, financeira e outros setores que trabalham com informações contidas nos documentos da empresa são imediatamente beneficiadas, porque seus documentos são considerados “vivos”, com alto volume de consultas ou atualizações, como por exemplo: prontuários Médicos, prontuários de RH, etc.

3. Redução de custos

As empresas de grande, médio e pequeno porte podem se beneficiar desse tipo de armazenamento de diversas formas. Dentre elas, podemos destacar a redução de custos com o número de pessoas envolvidas na gestão documental e com o espaço de armazenagem. Dedicar espaços físicos para a guarda de documentos aumenta os custos com aluguel e prejudica diretamente o Ebtida (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization) – importante indicador financeiro, que representa o quanto uma empresa gera de recursos por meio de suas atividades operacionais, sem contar impostos e outros efeitos financeiros.

4. Mitigação de riscos

Mitigar riscos, termo cada vez mais usado no mundo corporativo, significa ter cuidado em relação a algo que pode ser prejudicial. A gestão automatizada centraliza o processo documental, envolvendo maior controle e segurança, além de ser mais assertiva. Dessa forma, é possível evitar acessos indevidos, perda de informações valiosas e os danos em arquivos que podem resultar em possíveis penalizações por parte dos órgãos reguladores.

5. Informações mais seguras

A gestão eletrônica resguarda informações importantes, inclusive de serem extraviadas. A organização documental realizada manualmente pode comprometer os dados com o histórico da empresa. Muitas vezes essas informações são usadas para comprovar a idoneidade de um ato ou avaliar a performance de um período, ajudando na tomada de decisões.

*Inon Neves é vice-presidente da Access, empresa do segmento de gestão de documentos e informações, presente nos Estados Unidos, Brasil, Costa Rica, Panamá e Trinidade e Tobago.

Fonte: Administrador.com

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07 fev 2017

Confira seis novas profissões para a área de tecnologia

07022017A cada geração novas profissões são desenvolvidas e descobertas, e no século XXI é a vez da tecnologia ser uma das grandes responsáveis pela movimentação do mercado de trabalho, não só brasileiro, mas também mundial.

Segundo a Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 27,7% das pessoas que estão fora do mercado de trabalho são jovens – entre 14 e 24 anos – e a expectativa é que  esses jovens sejam os protagonistas das novas profissões que vêm sendo descobertas. Com base nisso, a rede de escolas de informática Microcamp elaborou seis novas profissões para a área de tecnologia que podem render ótimos trabalhos:

Desenvolvedor de aplicativos

Não entende muito de informática? Bom, isso não é um problema para a área, diz Helder Hidalgo, coordenador de cursos da Microcamp. De acordo com o especialista, esse é um dos mercados mais atraentes para os empreendedores iniciantes, uma vez que oferta diversas oportunidades interessantes. Entre as possibilidades para a criação estão: Apple, Android, além das empresas privadas e o próprio setor público.

Youtuber

Fazer um vídeo e postar no Youtube já não é mais apenas um hobby para muitos, a atividade virou negócio. Segundo Hidalgo, esse é um mercado que exige muito do empreendedor, pois além do esforço é necessário dedicação e conhecimentos em ferramentas, principalmente audiovisuais. Se tiver afinidade com a escrita, essa opção também é uma boa, visto que a atividade não inclui apenas gravar, a criação de roteiros e scripts também fazem parte do trabalho.

Especialista em Internet das Coisas

O nome é confuso, mas calma. Trata-se apenas de um conceito que conecta qualquer objeto à internet. Entre os exemplos que podem ser citados estão: eletrodomésticos, meios de transportes e até mesmo roupas e tênis. Achou futurístico? Segundo a empresa ABI Research, até 2020 aproximadamente 30 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet das Coisas (IoT).

Como o tempo é curto – três anos – existe a necessidade que qualificar pessoas para trabalhar nesta área, principalmente dentro das pequenas e médias empresas (PMEs), que estão em busca da diminuição de seus custos.

Técnico em Manutenção em Drones

Eles são usados em combates, filmagens e simplesmente para diversão. E têm cada vez mais variações positivas em suas vendas.  De acordo com a ABI Research, a projeção é que o mercado de drones cresça 32% por ano na próxima década.

Isso significa para Helder Hidalgo que o segmento demandará especialistas para atender o público em potencial. Outra estimativa é que o faturamento de vendas de equipamentos, treinamentos de pilotos e prestação de serviços gere uma receita de até R$ 200 milhões para 2017.

Desenvolvedor de Dispositivos Vestíveis

Isso mesmo. Óculos de realidade virtual, relógios inteligentes (smartwatches) e pulseiras inteligentes são apenas alguns dos itens que têm colaborado com as mais de 80 milhões de vendas de dispositivos vestíveis até hoje.

Esses objetos permitem maior interação do usuário com o seu smatphone, além de também proporcionar maior facilidade e dinâmica para o usuário, que ao invés de puxar o celular do bolso, pode simplesmente checar alguma informação no pulso.

Desenvolvedor de Robô Social

Você se lembra do filme: O Homem Bicentenário? Pois é, esse é o objetivo do desenvolvedor desta área: criar máquinas caseiras que conversam, imitam animais de estimação, dançam etc. De forma que crie interação com o ser humano no ambiente doméstico.

De acordo com Hidalgo, esse também é um mercado de trabalho e vendas em expansão, uma vez que já é estimado que cada casa tenha o seu próprio robô familiar em um futuro próximo.

Fonte: http://tecnologia.ig.com.br/2017-02-06/mercado-de-trabalho.html

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03 fev 2017

Redes sociais são agora ferramentas no combate à sonegação

03022017O Brasil figura entre os países com maior índice de sonegação de impostos do mundo. Um estudo realizado em 2011 com dados do Banco Mundial mostrou que o país “levou a medalha de prata” nesse quesito, perdendo apenas para Rússia. As causas são diversas e vão desde a complexidade do nosso sistema tributário — que, por vezes, chega a afetar até mesmo os bem intencionados — até o fato de aparecermos em último lugar em um ranking que avalia o retorno social dos impostos cobrados, por exemplo.

Diante desse cenário, uma nova arma vem sendo utilizada pela Receita Federal para tentar diminuir esse número: as redes sociais. Auditores da Receita têm monitorado páginas de contribuintes denunciados ou que se encontram na malha fina a fim de verificar se as declarações ao leão batem com o que é mostrado na internet. Você já sabia disso? Confira nosso post e veja como é utilizada essa nova ferramenta!

Metodologia

Não há nenhuma orientação oficial por parte da Receita para a utilização das redes sociais, mas, no caso do contribuinte cair na malha fina ou de receber alguma denúncia, os servidores do fisco estão autorizados a recorrer às redes sociais como o Facebook ou Instagram, por exemplo, até mesmo pelo fato de se tratarem de páginas abertas ao público.

A receita conta com uma equipe especial de analistas responsáveis por planejar as ações fiscais, fazendo uso não apenas das redes sociais, mas também ficando sempre atentos aos noticiários. “Toda notícia que surgir pode ser aproveitada. O auditor aprofunda-se nessa informação, busca a confirmação em outras fontes, enfim, corre atrás da comprovação”, afirmou o Superintendente Substituto Regional da Receita Federal, Angelo Rigoni.

O objetivo central da utilização dessa ferramenta é encontrar imagens que possam indicar que o contribuinte está escondendo alguma informação. Fotos em carros de luxo, spas, iates ou viagens no exterior, por exemplo, são fortes pistas procuradas pelos servidores do fisco.

Malha fina

As declarações de imposto de renda são submetidas ao sistema de informática da Receita, que passa a verificar a existência de alguma incompatibilidade cruzando os dados fornecidos com outros dados de empresas, INSS, bancos, cartões de crédito, convênios médicos e etc. Quando alguma irregularidade é encontrada ou alguma informação é omitida, como a não inclusão dos rendimentos de dependentes, por exemplo, a declaração do contribuinte cai na malha fina de forma automática.

Após identificar as falhas anteriormente declaradas, o contribuinte deve fazer uma solicitação de retificação ao Fisco para deixar a malha fina. Uma vez que a situação foi resolvida e o contribuinte tenha direito à restituição, ele será incluído nos lotes do Imposto de Renda normalmente.

Para averiguar o andamento da declaração ou conferir se a mesma se encontra na malha fina, o contribuinte deve acessar o Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC) e informar seu CPF, código de acesso e senha — e para gerar o código de acesso, se ainda não tiver um, basta seguir as orientações no site da Receita.

Sejam seus clientes pessoas físicas ou jurídicas, vale a pena avisá-los sobre essa nova técnica de monitoramento da Receita Federal sobre os contribuintes, para evitar uma dor de cabeça no futuro.

http://blog.sage.com.br/redes-sociais-ferramentas-combate-sonegacao/

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31 jan 2017

Microsoft atinge maior valor de mercado desde 2000: US$ 500 bilhões

31012017A Microsoft ultrapassou nesta sexta-feira, 27, o valor de mercado de US$ 500 bilhões, cerca de R$ 1,5 trilhão. Essa é a primeira vez nos últimos 16 anos que a empresa chega ao montante, que foi alcançado pela última vez em 2000, durante o auge da bolha da internet. Na época, a dona do Windows chegou a valer mais de US$ 550 bilhões.

O aumento da sexta-feira é puxado pelos bons resultados divulgados pela companhia durante o evento de resultados trimestrais, realizado recentemente, e alavancado, principalmente, pelos negócios de computação em nuvem. Diante da boa notícia, que surpreendeu analistas, as ações da Microsoft cresceram mais de 2%.

A empresa tem superado as estimativas do mercado em sete dos últimos oito trimestres. Apesar disso, a Microsoft permanece atrás da Alphabet, que tem valor de mercado de US$ 540 bilhões, e da Apple, que vale US$ 642 bilhões.

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04 jan 2017

9 aplicativos para ajudar em sua produtividade no trabalho

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O smartphone já se tornou parceiro inseparável de muita gente em diversas áreas de atuação. Graças à infinidade de apps que existem no iPhone, Android e Windows Phone, esses aparelhos se transformam em uma série de utilitários que se adaptam a múltiplas situações.

Quem quer trabalhar com mais produtividade pode aproveitar alguns aplicativos móveis imperdíveis que facilitam em muito o dia a dia, deixando o profissional com mais tempo para se dedicar ao que mais importa. Veja a seguir 9 aplicativos para aumentar sua produtividade no trabalho!

1. Evernote

Qualquer pessoa que queira ser mais produtiva precisa abraçar o costume de fazer anotações, pois elas são as principais aliadas de quem quer trabalhar de maneira mais inteligente. O Evernote transforma suas anotações em itens multimídia, permitindo que você salve não só textos como também imagens, links, notas de áudio e até crie lembretes e listas.

2. Pocket

Trabalhar de maneira produtiva significa não se deixar levar por distrações. Se você tem o costume de emendar uma leitura na outra enquanto está acessando a internet, o Pocket pode te ajudar a conter essa perda de tempo. Em vez de abrir um link na hora, salve-o no Pocket. Ele ficará disponível para leitura depois, quando você estiver com tempo.

3. Trello

Para organizar as suas demandas e materiais de maneira intuitiva, você pode empregar as funcionalidades do Trello. Ele reúne murais com listas e cards que dão forma a um processo de organização muito mais simples para o seu trabalho. Que tal montar um mural com as suas pendências e marcar as etapas completadas?

4. Wunderlist

Todo tipo de profissional precisa ter pleno controle sobre as suas tarefas do dia. Usando o Wunderlist, é possível criar listas de compromissos e pendências que ficam visíveis até que sejam completadas. Contando com um visual sofisticado e muitas funções, o Wunderlist pode transformar a produtividade de qualquer profissional.

5. Mailbox

O Mailbox surgiu para tornar a relação das pessoas com o e-mail mais amigável. Afinal, perdemos muito tempo diariamente com essas mensagens. Usando gestos especiais, o aplicativo permite arquivar, responder ou guardar e-mails para depois. Usando o Mailbox, o usuário vai passar bem menos tempo em sua caixa de entrada.

6. Dropbox

Hoje em dia, não faz mais sentido perder arquivos para quedas de energia ou problemas parecidos. Graças à nuvem, podemos manter nossos documentos guardados e facilmente acessíveis de qualquer lugar. Quem usa o Dropbox consegue atuar com bastante produtividade no trabalho por conseguir acessar os seus arquivos de onde estiver.

7. Timeful

A marcação de reuniões e outros eventos é muito importante para que o dia fique organizado, mas esse processo costuma levar tempo. Quando isso acumula, a eficiência fica comprometida. O Timeful é um aplicativo que analisa a sua rotina e eventos e cria, sozinho, o seu cronograma do dia.

8. Sunrise

Existem diversos aplicativos para organizar os seus compromissos em calendário, mas nenhum é tão completo quanto o Sunrise. O seu principal atrativo é a possibilidade de reunir mais de um calendário dentro de si, sendo possível usar suas agendas pessoal e profissional, além de redes sociais como o Facebook.

9. IFTTT

A internet evoluiu ao ponto de contar com uma série de plataformas e ferramentas diferentes. O IFTTT conecta serviços que até então não tinham ligação, como Facebook, Twitter e outros para proporcionar mais produtividade no trabalho. Visite a galeria de “receitas” prontas e descubra todo o potencial do IFTTT que se encaixa no seu dia a dia.

Ao usar esses aplicativos, você contará com mais produtividade no seu dia a dia de trabalho e conseguirá ter mais tempo para se dedicar a tarefas que realmente precisam da sua atenção. Qual deles você já conhece e usa? Conte para a gente nos comentários!

Fonte: www.sage.com.br

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28 nov 2016

7 dicas imperdíveis para organizar o estoque da sua empresa

Organizar o estoque é uma importante tarefa de qualquer empresa. Não fazer isso é um erro de gestão que pode custar caro, já que os gastos com a armazenagem de produtos não são revertidos em lucro. Ou seja, ficar com estoque parado é perder dinheiro.

Logo, gerenciar bem esse setor significa garantir vendas e não ter gastos desnecessários. Porém, não se pode fazer esse gerenciamento sem considerar questões como sazonalidade, demanda, custos, valor agregado, entre outros.

Não adianta comprar mais do que é necessário para ter produtos em estoque ou economizar comprando menos: no primeiro caso, a mercadoria pode encalhar; no segundo, o 28112016produto pode faltar e clientes reclamarão.

Mas não é impossível fazer um bom controle. Se você quer saber como, leia agora as 7 dicas imperdíveis para organizar o estoque da sua empresa que separamos para você!

1. Mantenha a disciplina e organização

Nunca é demais reforçar: um gestor precisa de disciplina para alcançar o sucesso. Ela é ainda mais importante no gerenciamento de estoque, já que essa área da empresa é essencial.

Sem organização, informações serão perdidas e, quando você menos esperar, o estoque terá saído do controle e produtos começarão a faltar ou encalhar. Esses são sinais claros de que as coisas não estão bem.

Por isso, estabeleça processos para organizar itens como:

  • Compra de produtos;
  • Chegada de mercadorias;
  • Organização dos produtos no espaço, segundo critérios como preço, saída, características, etc;
  • Vendas; e
  • Controle de todas as etapas relacionadas ao estoque.

Além disso, capacite funcionários para trabalhar com a armazenagem dos produtos, de forma que tudo esteja devidamente registrado e seja acompanhado de perto. Com disciplina e organização, o estoque estará na palma de sua mão sempre.

2. Esteja à frente da demanda

A demanda é quem vai ditar o giro dos produtos, são as variações dela que indicarão se você deve comprar mais ou menos. Ao acompanhá-la, a empresa consegue ficar um passo à frente, agindo com eficiência e se antecipando a qualquer problema.

Por isso, sempre faça uma previsão de qual será a demanda. Considere épocas do ano nas quais produtos são mais ou menos procurados e outros fatores que influenciam as compras. Com isso, você conseguirá manter o estoque em quantidade suficiente, sem a perda ou falta de nenhum produto.

3. Tenha um modelo de reposição

A reposição do estoque pode funcionar com 2 modelos:

Reposição contínua

Nesse tipo, você compra produtos com mais frequência, mas mantém estocada uma quantidade de mercadorias menor. Assim, os custos de armazenagem são reduzidos e evitam-se perdas, a compra de produtos errados ou o encalhe. Entretanto, pode acontecer de se gastar mais com compras e o potencial de barganha com fornecedores fica menor.

Reposição periódica

A reposição periódica consolida pedidos, que são recebidos em uma determinada data. Você consegue negociar mais com o fornecedor, mas corre o risco de ver produtos faltarem antes do tempo se as vendas dispararem, por exemplo.

Avalie as características da demanda para cada produto e estabeleça qual é o melhor modelo de reposição. Ele precisa garantir que você terá mercadoria para vender, sem perder dinheiro.

4. Tenha fornecedores parceiros

Os fornecedores devem ser importantes parceiros de qualquer negócio. O trabalho deles pode influenciar diretamente os resultados, para o bem e para o mal. Se não houver uma boa relação com eles, é muito difícil que empresa e fornecedor sigam trabalhando bem juntos por muito tempo.

Se houver uma verdadeira parceria com fornecedores, você poderá negociar condições de pagamento, prazos de entrega e propor mudanças que beneficiem todos. Além disso, a administração do estoque passa pelo trabalho de entrega de um fornecedor: se ele a fizer no prazo e sem prejudicar a qualidade do produto, você terá mais controle sobre as mercadorias.

Nunca se sabe também quando algum favor, como a antecipação de uma entrega, será necessário. Se o relacionamento com fornecedores for bom, aumentam as chances deles ajudarem sempre que você precisar.

5. Não se apegue a produtos

Quando perceber que há excesso de produtos, faça com que eles sejam vendidos o mais rápido possível. Não se apegue a eles. Ficar com o estoque parado é perder dinheiro, e muitas vezes a melhor forma de vender é fazer uma queima de estoque ou baixar os preços.

Essa prática é comum e ajuda a desencalhar tudo o que não foi vendido. Assim, é possível obter algum lucro e, principalmente, se livrar dos gastos com armazenagem. Não se esqueça de checar por que esse acúmulo aconteceu e tente evitar ao máximo que ocorra de novo.

6. Pense em diversificar

Diversificar produtos pode ser uma boa saída para organizar o estoque da empresa. Em vez de possuir muitas mercadorias de um único tipo, você pode ter uma quantidade razoável de tipos diferentes.

Com isso, você aumenta as chances de venda, já que poderá atender a demandas por produtos diferentes. Se for uma boa saída ir além dos produtos convencionais, não hesite: diversifique!

7. Use a tecnologia

Existem diferentes ferramentas tecnológicas que ajudam o seu trabalho como gestor, desde softwares de gerenciamento empresarial até planilhas ou programas que o auxiliem na organização do estoque. Elas trazem mais segurança, praticidade e eficiência nos controles, ajudando mais do que anotações.

Escolha o sistema que melhor atender as suas necessidades. Observe também se ele tem uma interface agradável e é fácil de usar.

Lembre-se, entretanto, de que não adianta nada ter recursos de tecnologia se eles não forem bem usados. Sempre preencha as informações de maneira correta, principalmente sobre o estoque. Os dados que estiverem no software precisam bater com a realidade para que não haja erros. Se houver grandes diferenças entre o que está no estoque e o que é mostrado pelo programa, a empresa estará exposta a riscos.

É fundamental perceber que os produtos são uma parte do capital da empresa e sempre devem ser bem gerenciados. Se você pensar assim, ficará fácil organizar o estoque com cada vez mais eficiência!

Fonte: http://blog.sage.com.br/dicas-para-organizar-o-estoque/

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25 out 2016

Em 2015, Google deixou de ser dono do Google

A mudança não tem a ver com tecnologia: é uma alteração administrativa – nesse ano, o Google deixou de ser dono do Google ao criar uma empresa para ser mãe de todas as outras, a Alphabet.

O movimento é consequência do gigantismo do Google. A empresa cresceu tanto que os controladores acharam por bem criar uma nova entidade, apenas para controlar a divisões que, agora, podem se transformar em empresas separadas. Uma delas, aliás, está pronta para ir para as ruas.

Literalmente. A divisão de automóveis do Google – responsável pelos carros autônomos – deve se tornar uma empresa independente. E um dos primeiros produtos que ela deve colocar no mercado já em 2016 é um concorrente para a UBER.

Isso mesmo: o polêmico serviço de carona remunerada vai ganhar mais um concorrente – agora com a marca do Google. Dor de cabeça a UBER e, também, para os taxistas do mundo inteiro.

 

 

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/pro/video/em-2015-google-deixou-de-ser-dono-do-google/53977

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20 out 2016

O que são Core Competencies e como elas podem salvar minha empresa?

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O autoconhecimento é fundamental para qualquer empresa que queira crescer e ganhar espaço no mercado. Para identificar qual é a core competence da sua empresa, utiliza-se justamente esse autoconhecimento, apontando qual é a sua especialidade, no que a empresa realmente é boa, seu diferencial, etc.

Você já ouviu falar nesse assunto? Em um mercado cada vez mais competitivo, conhecer a sua core competence e investir nela é sinônimo de sucesso no mundo dos negócios. Saiba tudo sobre esse conceito no nosso post e descubra como ele é decisivo para o crescimento da sua empresa e a satisfação dos seus clientes. Aprenda a aproveitar o que sua empresa faz de melhor!

O que são core competencies?

O termo core competencies apareceu pela primeira vez em 1990, em um artigo escrito por C. K. Prahalad e Gary Hamel, para a Harvard Business Review, e designa a principal competência da sua empresa, ou seja, o que torna a sua empresa realmente única e diferente. Em outras palavras, uma competência chave que desempenha papel fundamental para seu crescimento, desenvolvimento e estabelecimento diante dos clientes.

Como posso definir minhas core competencies?

Existe grande dificuldade por parte dos empresários em definir qual é a sua verdadeira core competence, fato este que se origina, na maioria das vezes, pela falta do conhecimento total da sua empresa e da compreensão de suas qualidades e falhas.

Infelizmente, não existe uma “receita mágica” para definir as core competencies de uma empresa, porém, em sua publicação, Prahalad e Hamel citam três pontos principais a serem observados que auxiliam nessa definição. Para ser uma core competence, a(s) característica(s) deve(m):

Oferecer benefícios aos consumidores, como uma experiência diferenciada;
Serem difíceis de imitar;
Prover acesso a diferentes mercados.
As core competencies podem ser classificadas como sustentáveis, ou seja, características duradouras e que buscam resultados de longo prazo, ou transitórias, que sofrem alterações em um pequeno espaço de tempo, seguindo as tendências de seu mercado de atuação.

Um ponto que ajuda a empresa na definição de sua core competence é olhar para a missão, visão e valores da empresa, pois elas compõem a cultura organizacional que norteia as ações do seu negócio.

Para ajudá-lo, preparamos um infográfico completo sobre core competencies. Confira!

infografico

Posso ter mais de uma core competence?
Pode. Porém, muitos autores afirmam que uma empresa não pode ou não deve ser boa em tudo o que faz, pois a dispersão do foco pode desperdiçar todos os esforços em definir uma core competence que seja relevante.

Após a definição de suas core competencies, o empresário deve analisar sua posição no mercado e também a de seus concorrentes para montar a sua estratégia de ação. Trabalhar seus diferenciais de maneira correta irá gerar novas oportunidades de crescimento, mas sempre se atentando e questionando se essa oportunidade é boa para sua empresa. Expandir sua core competence com base em achismos e fatores sem averiguação é um erro que muitas empresas cometem.

Para expandir sua core competence e abrir novos mercados, existem alguns pontos que se deve avaliar, como a capacidade da empresa em se igualar aos resultados do líder desse setor, a rentabilidade futura do setor no qual está ingressando e a viabilidade da utilização das core competencies que você já tem nesse novo mercado. E jamais tente copiar uma competência de outra empresa, pois ela já está consolidada na estrutura, e os esforços para fazer o mesmo certamente vão desperdiçar muito tempo e dinheiro.

Encontrar o seu grande diferencial é fundamental em um mercado cada dia mais competitivo, afinal, ele pode ser a chave para você fidelizar os seus clientes e ser sempre lembrado por eles. Invista na sua core competence! Seja único e diferente, esse é um dos segredos para o sucesso!

Fonte: http://blog.sage.com.br/o-que-sao-core-competencies-e-como-elas-podem-salvar-minha-empresa/

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08 out 2016

6 tendências de marketing digital para PMEs

Acompanhar o que é tendência é um trabalho fundamental para profissionais de marketing digital. Todos os dias, as plataformas existentes mudam e novas metodologias surgem para revolucionar o que já vinha sendo feito no mercado.

Não é possível prever o futuro, mas, assim como foi no ano passado, em 2016 o marketing digital vai continuar sendo uma ótima alternativa para empresas que querem ter resultados sem um custo exagerado. Neste post separamos aquelas que serão as principais tendências de marketing digital para PMEs em 2016. Veja só!

Marketing de conteúdo

A internet está cada vez mais semântica e menos técnica. Isto é, para ser encontrado em um buscador, por exemplo, não basta usar uma plataforma incrivelmente excelente, é preciso ter conteúdo e ser relevante para quem acessa seu site.

Seguindo a linha do que aconteceu em 2015, neste ano, o marketing de conteúdo vai continuar com força total, especialmente porque é esse conteúdo que vai ajudar sua empresa a se posicionar bem nos buscadores.

A principal ação de marketing de conteúdo é criar e alimentar um blog — empresas que têm blogs geram 67% mais negócios do que as outras, além de transmitirem confiança para o mercado. Ou seja, o conteúdo online deve ser uma prioridade para qualquer um que queira ter melhores resultados em 2016.

marketingdigitalE-mail marketing mais presente do que nunca

O e-mail é uma ferramenta de comunicação online que nasceu praticamente junto com a internet. Com o tempo, ele foi caindo em desuso, especialmente por causa da má utilização por algumas empresas que abusaram do SPAM.

Com o crescimento do Inbound Marketing como metodologia, no entanto, o e-mail voltou a ter força, já que a nutrição dos leads com conteúdo é um dos pontos fundamentais deste tipo de estratégia. As pessoas estão cada vez mais entendendo o e-mail como uma ferramenta semelhante ao telefone celular, e empresas que souberem usar essa comunicação vão ter melhores resultados nas suas ações de marketing.
O mundo é móvel

Apesar da eventual falta de qualidade na conexão 3G, os dispositivos móveis se popularizaram muito nas últimas décadas e já podemos dizer que vivemos em um mundo de múltiplas telas. Saber utilizar essa vocação mobile do marketing digital é fundamental para ter bons retornos em 2016.

Isso inclui o investimento em aplicativos, sites otimizados para mobile e que não só tenham um layout específico, mas que também ofereçam uma experiência de usuário boa para quem navega em seus sites pela tela do celular. Isso vale para lojas virtuais também, pensar em toda a jornada do cliente no celular é fundamental para o sucesso.

Inbound Marketing

Se marketing de conteúdo e e-mail marketing estão em alta, com certeza o Inbound também estará. Essa metodologia baseada no compartilhamento de conteúdo útil para gerar relacionamento com os prospects ganhou muita força em 2015. A consequência é um investimento maior daqueles que já faziam Inbound antes e um aumento natural das empresas interessadas em começar a fazer.

Espere passar mais alguns meses e o Inbound Marketing vai deixar de ser tendência para se transformar em realidade absoluta.

Redes sociais cada vez mais ativas

O número de usuários nas redes sociais está cada vez maior. Ao mesmo tempo, as opções de redes sociais segmentadas e de nicho crescem a cada dia. Isso significa que as pessoas não vão deixar de usar as redes, pelo contrário, esse tipo de acesso só vai aumentar!

Empresas que queiram ser reconhecidas no marketing digital precisam estar presentes nas redes sociais onde seus clientes estão e, mais do que isso, ser criativas para chamar a atenção em meio à forte concorrência dessas plataformas.

Trabalhar bem o relacionamento com os usuários também é fundamental.

Marketing Digital: Interatividade a mil

Falando sobre relacionamento, se reunirmos todas as tendências listadas acima, poderemos dizer que a interatividade é uma característica do marketing digital que deverá ser inerente a qualquer estratégia em 2016. Empresas que investirem em ações interativas, que tornem o usuário parte da sua estratégia, poderão ver suas ações serem muito bem-sucedidas em 2016.

O marketing digital é essencial para que um empreendimento, seja físico ou virtual, alcance o sucesso e tenha prosperidade nos dias de hoje. Fazer-se presente na internet não é mais uma opção, é uma necessidade. E por mais que os mecanismos que ele ofereça sejam de baixo custo em relação ao alto retorno, é preciso que a sua empresa tenha uma equipe de profissionais qualificados para desenvolver estrategicamente toda a ação, pensando nos objetivos, definindo metas, analisando cenários e mensurando resultados. Portanto, se você ainda não desenvolve ações na web, comece já a praticá-las para que seu empreendimento, seja de pequeno, médio ou grande porte, possa crescer cada vez mais.

Fonte: Sage

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03 out 2016

Google Street View e identificação do IP ajudam combate à sonegação

Pioneira no país em iniciativas que utilizam as tecnologias digitais para aumentar a eficácia da fiscalização e combater a sonegação fiscal, por intermédio do programa Sefaz On-Line, a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-Ba) agora conta com novos aliados para a identificação de “laranjas” e empresas fantasmas utilizadas para fraudar o fisco: o Google Street View e a identificação do endereço IP (Internet Protocol) do computador responsável pela transmissão do documento fiscal irregular.

O Google Street View está sendo utilizado pela Sefaz-ba para averiguação preliminar dos endereços de empresas comstreetview operações econômicas sob suspeição. A estratégia é denominada de “diligência remota” pelo fisco estadual, pois antecipa informações sobre endereços suspeitos. Já o IP ajuda a identificar o computador utilizado para transmitir nota fiscal fraudulenta, junto com outros dados, como o provedor de Internet e o certificado digital do transmissor. Se necessário, a informação do endereço físico em que o computador usuário do endereço IP está instalado pode ser requerida pela Sefaz-Ba ao provedor de acesso à Internet.

Com a ferramenta de visualização, é possível checar a veracidade das informações da nota, comparando, por exemplo, se o endereço informado possui características que o habilitam a armazenar e comercializar mercadorias nas quantidades registradas na nota fiscal sob suspeita. Desde que foi colocado em prática, o uso do Street View já ajudou o fisco baiano a detectar casos como o de uma empresa que fez uma compra milionária que requereria um amplo galpão de armazenamento. Ao buscar as imagens do endereço fornecido na nota, a Sefaz encontrou uma casa simples em bairro residencial. A partir da constatação, a unidade fiscal mais próxima foi acionada para dar sequência à investigação.

Outro exemplo foi o de nota emitida para pessoa física, isenta de imposto estadual, que encobria uma grande compra efetivada no segmento de bebidas. A confirmação da fraude também veio após a visualização remota do endereço registrado na nota. Tratava-se de um grande depósito de bebidas, que omitia as operações de compra e venda, já que a mercadoria era declarada como aquisição pessoal e não comercial.

Sefaz On-Line – O apoio da tecnologia no combate à sonegação fiscal tem sido fomentado pelo programa Sefaz On-Line, que vem inserindo o fisco baiano na nova realidade de dados digitais ao modernizar os processos de fiscalização e tornar mais eficiente o combate à sonegação, explica o secretário Manoel Vitório. Entre as iniciativas queintegram o Sefaz On-Line estão a Malha Fiscal Censitária (MFC), que faz cruzamentos de dezenas de milhões de notas fiscais com a escrituração fiscal das empresas, e o Centro de Monitoramento On-Line (CMO), voltado para o combate à atuação dos chamados “hackers fiscais”, que criam empresas fantasmas no ambiente digital para burlar o fisco.

Também são destaques o Domicílio Tributário Eletrônico (DT-e), canal on-line de comunicação direta com o contribuinte, o Painel de Planejamento da Fiscalização (PPF), que integra os demais sistemas para apoiar o planejamento do fisco, e a Nova Fiscalização do Trânsito de Mercadorias, resultado da conexão direta entre os postos fiscais da Sefaz e a Coordenação de Operações Especiais (COE), que analisa as notas fiscais eletrônicas, calcula o valor real do tributo e identifica eventuais débitos.

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